*O Movimento de Extrema Direita Antivacina – #ANTIVAXX

É comum atualmente pessoas se negarem a tomar vacinas, isso não é um fato apenas entre brasileiros, também não se refere a vacina contra Covid 19 apenas.

No planeta inteiro o movimento antivaxx cresce e mostra a cara, na Inglaterra fanáticos antivac invadiram a sede do Google no país, após o gigante Google começar a cortar posts, vídeos, e blogues de extremistas que repudiam a vacina contra covid e outras. Na Holanda o ministro da saúde planeja adotar varias medidas devido ao aumento de casos em pessoas não vacinadas. .

Imagem da internet:

Afinal, porque a extrema direita fez da repulsa a vacina sua bandeira nefasta? Seria pavor de agulhas de injeção, Seria falta de confiança em um dos tipos de produtos mais testados no mundo, os testes são feitos até a exaustão e em varias fases até ser liberado para uso em humanos.

Para entender melhor devemos retroceder um pouco na história, a origem deste ódio, que não é bem um ódio e sim uma tomada de posição, está entranhado no nazismo alemão da década de 30/40. O leitor deve estar perguntando. Como pode?

Hitler e sua maquina de propaganda teve que fazer muitos apelos supremacistas para cooptar a nação alemã em sua saga de dominação, uma das bandeiras usadas nesta direção foi o de um povo de descendência ariana, uma raça pura e gigantesca que ele via em seus devaneios paranoicos. Sem primeiro conquistar os alemães, ele sabia, seria impossível tentar a aventura esquizofrênica pelo poder mundial, ele queria uma raça pura e superior dominando por mil anos o resto do mundo, neste caso, um ser vacinado passaria a ser impuro.

Imagem da internet: Eugenia nazista

É ai, nesta farofa de supremacismo que podemos encontrar a repulsa não por vacinas, porém, à negação da vacinação, a não vacinação leva embora facilmente os mais pobres, eles contam com esta probabilidade matemática da falta de recursos médicos, uma matemática macabra.

Vacinas não transformam ninguém em jacaré, porém os supremacistas tem medo que seu DNA seja modificado, mesmo que seja apenas no contexto da discussão filosófica. Vacinas não causam AIDS e todos nós sabemos disso, porém o medo deles são os documentos comprobatórios no futuro que, sim, o vacinado pode ter tido seu DNA corrompido, jogando por terra a simbologia da raça pura, por este motivo Bolsonaro, o presidente do Brasil, decretou sigilo de 100 anos para seus antecedentes vacinais, dando a entender que sim, deve ter se vacinado. Vacinas contra covid não contém nada de resíduo animal para que ao tomar uma pessoa vacinada possa ser considerada um elemento humanamente não puro, fosse assim, não comeriam proteína animal, animais tomam vacinas e uma carne mal passada concentra uma alta dose destas vacinas destinadas a animais.

Concluindo, um antivacina sendo caucasiano, ou de origem europeia não toma vacina por não querer perder o status de uma raça pura, superior. Contradizendo tudo aquilo que alegam.

Foto ilustrativa: Drazen Zigic / Shutterstock.com

Os amigos irão perguntar. E os não brancos, porque se recusam a toma-las? As massas de manobra! Os supremacistas não conseguem nada se não tiver parte das massas ao seu lado, aconteceu assim em 2013 no Brasil, a direita manipulou parte da população mal informando e portanto manipulável, que 20 centavos no aumento da passagem de ônibus era uma aberração econômica, estas marchas de 2013 desencadearam num golpe em 2016. As massas são movimentadoras dos noticiários.

Alguém antivac pelos motivos ideológicos citados, pode até tomar a vacina, só não pode constar nos arquivos que tenham tomado. Por isso os segredos que muitos impões via justiça, alguns exemplos chegam a 100 anos de segredo vacinal. As massas acéfalas? Estas entram no embalo facilmente, mais por ignorância e falta de conhecimento que por qualquer outro motivo.

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Por: villorBlue

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