*Terraplanismo, o que seria isto ?

Desde a antiguidade, com Pitágoras (VI A/C), estuda-se a probabilidade da terra ser esférica.

Universum Heikenwaelder Hugo, Austria,Camille Flammarion (1842-1925) L'atmosphère météorologie populaire, Hachette, Paris, 1888, p. 163

Imagem: Universum – Heikenwaelder Hugo, Austria,Camille Flammarion (1842-1925) L’atmosphère météorologie populaire, Hachette, Paris, 1888, p. 163

Deixando o empirismo, apenas em 1961 o russo Yuri Gagarin pode observar que a terra era redonda e azul, segundo suas observações feitas na hora.

No século XV, o genovês Cristóvão Colombo teve trabalho para fazer entender que a terra era redonda, isso, pelo fato da igreja presa aos seus dogmas, condenava e perseguia todos aqueles que pensavam e divulgavam que morávamos num lar em forma de globo, alguns foram queimados em fogueiras, outros, tiveram que negar a ciência para não serem queimados.

Após Pitágoras ter explicado que a terra era esférica, passaram dezenove séculos até Colombo navegar e afirmar que a terra não tinha fim, isso é; não acabava como afirmavam os terra-planistas (colocar um ovo em pé , um ovo cozido, porém provou que poderia, uma ‘metáfora proverbial’ e brincadeiras a parte).

Se a quase dois milênios o mundo ocidental partia do conhecimento empírico que a terra era redonda. Porque regredimos tanto e vivemos todo este tempo acreditando que ela era plana ?

A repressão, a castração religiosa, o domínio das castas fazendo acreditar que as massas eram inferiores, por este motivo as camadas populares eram proibidas de ler. O conhecimento e a produção deste conhecimento e da ciência sempre foi exclusividade das classes dominantes. E neste ponto a classe dominante não quer perder a hegemonia.

  • O que tem a ver o até agora mostrado com os adeptos do terra planismo atual ?
  • Simples, uma frase apenas: A volta das formas de dominação que a humanidade atravessou durante todo o tempo da “idade das trevas”. Por isso a maior ferramenta usada para a pratica do terra planismo é a religião.

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Imagem: O ovo de Colombo – Columbus_Breaking_the_Egg’_(Christopher_Columbus)_by_William_Hogarth_Breaking_the_Egg’_(Christopher_Columbus)_by_William_Hogarth

Vamos a algumas observações:

* Na idade média apenas a nobreza e a igreja tinha acesso a cultura e ao conhecimento cientifico (produção e estudo), mudando este conceito após o surgimento da classe de artesões e o mercantilismo, nascendo nesta época, as escolas mais ou menos como as conhecemos hoje em dia, o ensino antigamente era praticado tete-a-tete, e só aprendia as famílias ditas nobres.

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Imagem: Professor e alunos em sala de aula no século XV – geralmente a mesma familia

Este é o objetivo da classe dominante atual, por isso são contra a educação de qualidade, casos há em que são contra qualquer tido de educação, a classe média (ela acredita que é classe dominante) quer ter exclusividade na produção do conhecimento cientifico e cultural, a classe média não aceita perder esta prerrogativa, neste ponto a classe média é usada a vontade pela classe dominante.

*Na idade das trevas a nobreza acreditava ser dona de coisas e pessoas, um dono de feudo poderia matar um servo infiel e jamais seria condenado, poderia requisitar a noite de nupcias de noivas residentes em seus feudos, aumentar impostos, diminuir impostos, tomar propriedades (?), etc, etc. 

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Imagem: O direito do Senhor Feudal à primeira noite com a noiva – ‘JUS PRIMAE NOCTIS’

Atualmente a policia mata e nada acontece, um exemplo é o bonito estado do Rio de Janeiro, o governador atual da o exemplo e sai caçando pessoas de helicóptero, ri e dança alegremente quando sua PM mata um sequestrador de ônibus, sequestrador  sem antecedentes e provavelmente usando um simulacro. Os estupros, abusos e violência contra mulheres e crianças aumenta assustadoramente e alguns juízes ainda colocam culpa nas vitimas (por tentar seduzir o violador alegam alguns), sendo que a primeira pergunta algumas vezes é, que roupa a vitima usava, ou ainda, estava alcoolizada.

* Na idade média a nobreza alimentava suas luxurias a custa do trabalho, do suor e do sangue dos aldeões, estes trabalhavam diuturnamente com toda a sua família, incluindo crianças bem pequenas, nada era suficiente, a cada nova proposta o aumento de impostos vinha em primeiro lugar.

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Imagem: Impostometro 

Usando o Brasil como exemplo, o impostometro sinaliza quase 1Tri e 800Bi arrecadados em impostos, isso apenas nestes nove meses, bem pior que antigamente, antes havia os arrecadadores de impostos, que por alguns motivos nem passavam cobrando, hoje o desconto é feito na fonte, não possibilitando ao trabalhador qualquer alternativa para sonegar.

Já é o suficiente para começarmos a pensar no “TERRA PLANISMO” contemporâneo, ele tem multiplicado o numero de adeptos a cada dia ? Sim, o terra planismo nada mais é que a volta a “idade das trevas“, o retorno a todo o obscurantismo que a humanidade atravessou durante alguns milênios. Não se trata apenas de uma falta de noção, conhecimento, um humor bufo ou apenas observações pra causar polemicas e manter o nome de seus autores na mídia.

Vai muito além do que uma simples piada de mal gosto, como os atentados em escolas e igrejas, os assassinatos étnicos ou a criminalização da pobreza, o terra planismo é uma filosofia desenvolvida e a cada dia multiplicada em seguidores, é algo pra se temer e combater no lugar de se rir.

Só lembrando, hitler era terra planista, não na visão geografia da terra, na visão filosófica contemporânea, queria apenas o domínio total da raça humana, não teve exito, mas deixou seus filhotes pra continuar sua obra.

Por: villorBlue

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*América Perde a Ásia-Pacífico. O Domínio Total do Espectro Continua a Falhar

Como o império nos enxerga ?

Como fornecedores de riqueza e prazer

O mundo segundo os EUA

Sempre trabalhando um pouco mais do que a maioria para ficar um passo abaixo da realidade, o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, fez observações especialmente sinceras nesta semana, de que a retirada do EUA do INF foi programada para um direcionamento de forças contra a China.

Falando a Fox em 21 de agosto , Esper disse: Queremos ter certeza de que nós, como nós precisamos, ter a capacidade de impedir o mau comportamento chinês … China é a prioridade número um para este departamento. Está descrito na estratégia nacional de defesa, por que achamos que é um concorrente estratégico de longo prazo e que está buscando uma campanha de maximização, se você preferir, em todo o teatro indo-Pacífico, seja político, econômico ou militar … ”

Ecoando um pouco o Dr. Strangelove, Esper afirmou que há uma mudança iminente de conflito de baixa intensidade que dura 18 anos para conflitos de alta intensidade contra concorrentes como Rússia e China“.

Enquanto os exercícios militares americanos no Pacífico se desenrolavam na porta da China a um ritmo acelerado desde que o Pivot para a Ásia foi anunciado em 2011, com o mais recente exercício bienal EUA-Austrália Talisman Sabre e jogos de guerra Ulchi Freedom EUA-Coréia do Sul este mês , a China não permaneceu ociosa.

Em resposta à vasta gama de infra-estruturas militares americanas construídas na fronteira com a China, a China reagiu revelando tecnologias de mísseis anti-balísticos de ponta, incluindo armas hipersônicas para combater a ameaça americana. Uma grande parte da resposta defensiva da China inclui o sistema anti-míssil russo S400, que também está sendo adotado pela Índia, Turquia, Síria e Emirados Árabes Unidos como um sistema unificado que torna os sistemas americanos THAAD e ABM impotentes e obsoletos. Embora não confirmados , os generais americanos temem que a China esteja construindo uma base naval conjunta China-Camboja na província de Preah Sihanouk, que dá à China acesso fácil às águas costeiras do Golfo da Tailândia e pronto acesso ao Mar da China Meridional.

A impotência militar dos EUA, quando confrontada com as novas tecnologias de ponta reveladas pela Rússia e pela China, foi descrita em um relatório recente divulgado pelo Centro de Estudos dos EUA da Universidade de Sydney, que afirmava que “os EUA não desfrutam mais da primazia militar no Pacífico indo e sua capacidade manter um equilíbrio de poder favorável é cada vez mais incerto. ” Referindo-se às armas antiaéreas avançadas da China, o relatório diz que os sistemas de contra-intervenção chineses minaram a capacidade da América de projetar energia na região indo-pacífica ”, que, segundo os autores, poderiam tornar-se impotente nas primeiras 8 horas de conflito.

Em vez de usar essas informações para propor uma nova doutrina de segurança baseada na cooperação e no diálogo oferecida pela China em inúmeras ocasiões, os autores do relatório se juntam ao mundo de fantasia de Esper pedindo uma estratégia de “defesa coletiva” semelhante à OTAN do Pacífico, na qual todos dos aliados estadunidenses do Pacífico poderiam se unir em uma aliança militar anti-chinesa e aliviar a América do fardo de levar a Segunda Guerra Mundial por conta própria.

Sabemos que a OTAN do Pacífico está em discussão há algum tempo e esteve no centro dos recentes exercícios navais da Pacific Vanguard realizados entre os EUA, Austrália, Japão e Coréia do Sul em maio de 2019, com a participação de 3000 soldados, dois destróieres japoneses, um Destruidor sul-coreano e duas fragatas australianas em seu primeiro jogo de guerra conjunto. Essa perspectiva também estava por trás do exercício naval de agosto realizado pela Malásia, EUA, Nova Zelândia e Austrália em Guam. Os EUA têm 54.000 soldados no Japão e 28.000 na Coréia do Sul.

Quando a China e a Rússia realizaram sua primeira patrulha aérea conjunta de longo alcance na Ásia-Pacífico em julho de 2019, a Coréia do Sul e o Japão embarcaram em jatos para interceptar as aeronaves chinesa e russa, com a Coréia do Sul disparando centenas de tiros de alerta. Apoiados pelos EUA, os dois países asiáticos gritaram alto (e sem evidências) que seu espaço aéreo havia sido violado.

Em resposta aos comentários beligerantes de Esper e do relatório australiano, o Ministério das Relações Exteriores da China disse que “a China está firmemente em um caminho de desenvolvimento pacífico e nossa política de defesa nacional é de natureza defensiva”. A China foi além, fornecendo uma estrutura cooperativa sob a “Iniciativa do Cinturão e Rota“, construída em torno da brilhante agenda política de fornecer soluções diplomáticas para pontos de tensão geopolíticos por meio de estratégias de desenvolvimento econômico que enriquecem todos os participantes. Essa abordagem proporcionou um grande retorno à China, através da eliminação de tensões com outras nações que reivindicam território no Mar da China Meridional – especialmente sob a orientação pró-BRI do Dr. Mahathir Mohammed, da Malásia, e do Presidente Duterte das Filipinas .

Não se sentindo à vontade sendo pego no fogo cruzado de uma troca nuclear, o Japão e a Coréia do Sul também chegaram ao ponto de criar um novo acordo de cooperação trilateral com a China em 21 de agosto, baseado nos projetos de troca da próxima geração em três países. Esperamos discutir parcerias orientadas para o futuro e assuntos regionais, incluindo a Coréia do Norte. ” O acordo também permite o investimento em união internacional em todos os países que operam sob a estrutura do BRI. Juntos, os três países representam mais de um quarto da produtividade mundial e têm tudo a ganhar trabalhando juntos.

Os oficiais militares americanos que promovem a doutrina obsoleta do domínio do Full Spectrum estão dançando ao som de uma música que parou de tocar há algum tempo. Tanto a Rússia quanto a China mudaram as regras do jogo em vários níveis e podem responder com força fatal a qualquer ataque ao solo com armas da próxima geração além do escopo de qualquer coisa imaginada pelos teóricos dos jogos das torres de marfim no oeste.

O navio da história mundial mudou de rumo das corredeiras da guerra e do colapso econômico, à medida que a Iniciativa do Cinturão e Rota ( Belt and Road Initiative) cresceu para proporções nunca imaginadas possíveis apenas alguns anos antes e os próximos meses serão decisivos, à medida que o Ocidente fizer uma alto critica. e decidir qual futuro gostaria de ter.

DO: Strategic Culture

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*NESTLÉ E A PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA. AQUÍFERO GUARANI A SER PRIVATIZADO PELA COCA-COLA E NESTLÉ.

Do: DINÂMICA GLOBAL

Poder da Nestlé dentro do governo suíço. Ajuda Suíça ao Desenvolvimento.

Em fevereiro passado, o governo da Suíça anunciou a criação de uma Fundação em Genebra, sob o nome ‘Genebra Ciência e Antecipação da Diplomacia’ (GSDA). O objetivo desta nova fundação é regular novas tecnologias, de drones e carros automáticos a engenharia genética, exemplos mencionados pelo ministro das Relações Exteriores da Suíça, Ignazio Cassis, no lançamento público desta iniciativa. Segundo Cassis, as novas tecnologias estão se desenvolvendo muito rapidamente e essa Fundação deve “antecipar” as conseqüências desses avanços para a sociedade e a política. A Fundação também será uma ponte entre as comunidades científica e diplomática, daí seu posicionamento estratégico em Genebra, que abriga várias organizações internacionais, da ONU à Organização Mundial do Comércio.

O Ministério das Relações Exteriores da Suíça contribuirá com 3 milhões de francos suíços – pouco mais de 3 milhões de dólares – para a fase inicial da Fundação de 2019 a 2022. A cidade e o cantão de Genebra contribuirão com 300.000 francos suíços para o mesmo período e contribuições do setor privado. também são esperados.

Como presidente desta nova fundação, foi escolhido o ex-CEO da Nestlé, Peter Brabeck-Letmathe (imagem à direita). O vice-presidente é Patrick Aebischer, o ex-presidente do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne – EPFL é a sigla em francês. Patrick Aebischer também é membro do Comitê Gestor da Nestlé Health Science desde 2015, fundado em 2011 pela Nestlé e localizado no campus da EPFL.

A escolha de Peter Brabeck e Patrick Aebischer – ambos com fortes conexões com a Nestlé – para administrar essa nova fundação tem uma lógica muito clara. Representa principalmente o reconhecimento do poder da Nestlé dentro do governo suíço – um ex-CEO da Nestlé é, por definição, competente para conduzir essa iniciativa. Mais perturbadoramente, a escolha de Peter Brabeck é outro exemplo da “parceria” cada vez mais estreita entre governos e grandes corporações transnacionais, levando ao estabelecimento de uma oligarquia corporativa internacional que está gradualmente assumindo o poder nas democracias ocidentais.

Amplamente documentada, a Nestlé, como entidade corporativa privada, enfrentou várias formas de regulamentação do Estado, o caso mais conhecido é a regulamentação dos padrões de comercialização de alimentos infantis, particularmente leite em pó. O conflito entre a Nestlé, sob a direção de Peter Brabeck e a IBFAN – Rede Internacional de Ação sobre Alimentos para Bebês – é bem conhecido. (Veja o relatório Muller)

Mas a maior ironia – e o maior perigo – é que a escolha de Brabeck para presidir essa Fundação indica que o real objetivo dessa iniciativa é precisamente impedir qualquer forma de regulamentação por parte do governo que possa impor limites aos lucros dos avanços tecnológicos do setor privado. setor.

Também não é esperado que esta Fundação defenda qualquer proteção da esfera pública ou do meio ambiente contra possíveis ameaças impostas à sociedade por novos avanços tecnológicos. Pelo contrário, a escolha de Brabeck indica que o objetivo principal desta Fundação é defender e apoiar o setor privado. O que se pode esperar desta Fundação são propostas de auto-regulação pelo setor privado em casos de conflitos excessivamente explícitos, o que não é nada eficaz. Como esta Fundação é uma iniciativa do Governo da Suíça – certamente após conversas com o setor privado – e está localizada em Genebra, ela terá uma influência enorme e acredito que os movimentos sociais organizados devem seguir cuidadosamente os passos futuros da Fundação, como incorpora uma enorme ameaça à democracia.

Apenas alguns meses após o lançamento desta nova Fundação, o governo da Suíça anunciou que Christian Frutiger (imagem à esquerda), atual chefe global de relações públicas da Nestlé, assumirá em breve a vice-presidência da Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação – SDC – que é a agência do governo suíço responsável por projetos de ajuda ao desenvolvimento em outros países. Outro exemplo da crescente colaboração entre o setor privado e o governo, mas desta vez em uma área muito mais sensível: a cooperação para o desenvolvimento.

Isso constitui mais um exemplo da crescente influência e presença da Nestlé no governo da Suíça. Essa presença não é nova nem recente, e é importante lembrar que o SDC não apenas apoiou a criação do Grupo de Recursos Hídricos – WRG – a iniciativa da Nestlé, Coca-Cola e Pepsi de privatizar a água, tópicos sobre os quais escreveu alguns artigos – (veja isso), pois o próprio diretor SDC é membro do Conselho de Governança do WRG.

A contradição do fato de a Suíça ter um dos melhores serviços públicos de saneamento e distribuição de água do mundo, mas usa o dinheiro dos cidadãos suíços para apoiar a privatização da água em outros países através da parceria da SDC com a Nestlé, não parece ser um problema. .

O orçamento da cooperação internacional da Suíça para o período 2017-2020 é de cerca de 6,635 bilhões de francos – pouco mais de 6,730 bilhões de dólares. Como diretor adjunto, Christian Frutiger terá muita influência sobre as decisões relativas à aplicação de parte deste orçamento. Mais importante, como vice-diretor, Frutiger será diretamente responsável pela divisão de ‘Cooperação global’ da SDC e pelo programa WATER. Christian Frutiger iniciou sua carreira na Nestlé em 2007 como Gerente de Relações Públicas, depois de trabalhar na Cruz Vermelha Internacional.

Em 2006, a marca de água engarrafada “Pure Life” da Nestlé se tornou a marca mais lucrativa e, em 2007, com a compra do grupo Sources Minérales Henniez S.A.,

A Nestlé se tornou a empresa líder em água engarrafada no mercado suíço. Em 2008, apenas uma década após seu lançamento, “Pure Life” se tornou a marca de água engarrafada mais vendida no mundo. Nesse contexto, era natural que o trabalho de Christian Frutiger na Nestlé se concentrasse no tópico WATER.

Em 2008, o escândalo de espionagem da Nestlé estourou na Suíça. Um jornalista de TV suíço denunciou em um programa que a Nestlé contratou a empresa de segurança SECURITAS para se infiltrar em espiões dentro dos grupos críticos da Nestlé na Suíça, particularmente no grupo ATTAC. A espionagem comprovada ocorreu entre 2002 e 2003, mas há evidências de espionagem até 2006. A ATTAC entrou com uma ação contra a Nestlé e a SECURITAS e, em 2013, o tribunal suíço finalmente condenou a Nestlé por organizar essa operação de espionagem, indicando o envolvimento de pelo menos quatro empresas diretores na operação.

O fato de a Nestlé ter organizado uma operação ilegal de espionagem na Suíça e ter sido condenado pelos tribunais suíços por fazer isso não teve efeito nas relações da empresa com o governo suíço e, especialmente, com a Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação, como seria de esperar. Ninguém perguntou ao CEO da Nestlé, Peter Brabeck, se sua empresa era capaz de tais ações dentro da própria Suíça, o que poderíamos esperar do comportamento da mesma empresa em outros países de garantias democráticas mais fracas?

A infiltração de agentes disfarçados sob identidades falsas para espionar o gorup do ATTAC é, no mínimo, totalmente antiético. Mas parece que a ética não era um dos critérios que o SDC levou em consideração ao contratar Christian Frutiger que, durante todo esse episódio, ficou em silêncio, nunca se desculpou com as pessoas espionadas pela empresa em que trabalhava e fez de tudo para minimizar o impacto do problema, o que significa que ele cumpriu a falta de ética de seu empregador. Mas a nomeação de Frutiger como vice-diretor do SDC aponta para problemas muito mais profundos e abrangentes, especialmente no que diz respeito à ÁGUA, pois parece claro para mim que sua escolha para esta posição é sobre esse tópico.

A nomeação de Peter Brabeck para presidir a nova fundação do governo suíço em Genebra e a nomeação de Christian Frutiger como vice-presidente da Agência Suíça de Cooperação para o Desenvolvimento revelam uma ligação entre o setor privado e o governo suíço para aprofundar as políticas de privatização – especialmente a água – e controle corporativo sobre políticas públicas. Mas essa articulação vai além do governo da Suíça, ocorrerá sobretudo no nível das agências e organizações internacionais presentes em Genebra, pois Christian Frutiger será responsável pelos contatos com muitas dessas organizações. Esses novos papéis também indicam que o setor corporativo transnacional está muito conscientemente se organizando e se articulando em vários níveis do governo para garantir que suas demandas e propostas de políticas sejam atendidas.

Não se deve esperar muita reação das principais ONGs suíças diante de tudo isso, especialmente porque a SDC é o principal financiador de quase todas elas, o que explica o profundo silêncio em torno da Nestlé e de suas ações na Suíça. Um exemplo recente desse silêncio ocorreu no Brasil no Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília em março de 2018. Como esse Fórum é, de fato, o Fórum de grandes empresas privadas,

A Nestlé e a WRG estiveram presentes no pavilhão oficial da Suíça, juntamente com organizações como HELVETAS, HEKS / EPER e Caritas Switzerland, três das maiores agências privadas de desenvolvimento da Suíça e todas apoiadas pela SDC. O HEKS / EPER – que é abreviação alemã e francesa – está ligado à Igreja Protestante da Suíça, assim como a Caritas Suíça está ligada à Igreja Católica.

Durante o Fórum, 600 mulheres do Movimento Sem Terra ocuparam as instalações da Nestlé em São Lourenço, Minas Gerais, por algumas horas, para chamar a atenção para os problemas causados ​​pela empresa e pelo setor de engarrafamento de água. Nenhuma dessas organizações suíças manifestou solidariedade com o Movimento dos Sem Terra, nenhuma condenou as práticas da Nestlé, nem sequer mencionou em seu retorno à Suíça que essa ocupação havia ocorrido. Mas HEKS / EPER e Caritas Suíça afirmam lutar pelo direito humano à água e “apoiar” movimentos sociais – mas não quando se opõem à Nestlé. Em São Lourenço, localizada na região do Circuito das Águas, em MG, e em muitos outros lugares no Brasil, há problemas com a exploração da água pela Nestlé e com os movimentos dos cidadãos tentando proteger suas águas. A HEKS / EPER tem um escritório no Brasil, mas nunca abordou os grupos que combatem a Nestlé no Brasil.

O SDC não considera problemas com a Nestlé em muitas partes do mundo – e não apenas no Brasil – como um motivo para reavaliar sua parceria com a empresa. Existem problemas muito bem documentados com as operações de engarrafamento e bombeamento de água da Nestlé nos EUA, Canadá e França, por exemplo – países considerados democracias estabelecidas. O que é comum entre todos esses países é que os governos sempre defendem a empresa e contra seus próprios cidadãos. Na cidade de Vittel, França, a situação é absurda: estudos de agências governamentais francesas indicam que o aqüífero de onde a população Vittel tira sua água e do qual a Nestlé também coleta água engarrafada, já que “VITTEL” está em risco de esgotamento. O aqüífero não está em condições de suportar as demandas de longo prazo da população local e da empresa de engarrafamento da Nestlé. A solução proposta pelas autoridades francesas: construir um oleoduto com cerca de 50 km de extensão para buscar água em uma região vizinha de Vittel para atender às necessidades da população – deixando a Nestlé livre para explorar as águas aqüíferas de Vittel!

No Condado de Wellington, no Canadá, um grupo local chamado Wellington Water Watchers foi criado para proteger suas águas da exploração da Nestlé, que tem o apoio do governo local para renovar sua permissão para continuar engarrafando água. Em Michigan, EUA, o problema é semelhante. Nada disso parece incomodar o governo suíço, o SDC ou Christian Frutiger – e se tais problemas ocorrerem nesses países, o que não aconteceria em países muito mais frágeis em sua organização social e política? Como atual chefe de relações públicas da Nestlé, Christian Frutiger fez o possível para ignorar completamente os problemas criados por seu empregador em muitos países.

Enquanto escrevo, a Europa está sofrendo uma intensa onda de calor. Há racionamento de água na França e riscos de incêndio em muitos lugares. Grandes cidades como Paris sofrem com temperaturas recordes nunca antes registradas e o consumo de água tende a aumentar. Por outro lado, as geleiras estão derretendo a uma taxa crescente e a água está se tornando cada vez mais escassa. As fontes de água subterrânea, muitas das quais fósseis, são uma reserva importante para o futuro e devem permanecer intocadas. Mas a ganância de empresas de engarrafamento como a Nestlé está adquirindo mais fontes de água. A imagem é a mesma em todo o planeta – as águas não poluídas restantes estão cada vez mais nas mãos de algumas empresas.

No Brasil, sob o governo Bolsonaro, a situação é ainda pior, com um ministro do Meio Ambiente cuja tarefa é facilitar a captação de recursos naturais brasileiros por capital estrangeiro. É importante lembrar que o principal acionista do grupo AMBEV é o cidadão suíço-brasileiro Jorge Paulo Lemann, que possui excelentes canais de comunicação com o governo suíço. A AMBEV também faz parte do WRG, que já abriu seu primeiro escritório no Brasil para apoiar a privatização da SABESP, a companhia pública de água do estado de São Paulo. (veja mais aqui).

O que está acontecendo na Suíça é apenas a ponta do iceberg – a parte visível é a articulação internacional das grandes corporações e a ocupação do espaço público por decisões políticas da oligarquia corporativa mundial. Temos que estar vigilantes e bem organizados para defender nossas águas, nossa terra e nossa sociedade do ataque corporativo ao bem comum. ¹

Maior reserva de água da América do Sul a ser privatizada pela Coca-Cola e Nestlé.

Coca-Cola e Nestlé estão em processo de privatização da maior reserva de água da América do Sul.

Conhecido como Aquífero Guarani, está localizado abaixo da superfície do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e também é o segundo maior sistema aquífero conhecido no mundo.

As grandes corporações estão saqueando o planeta para lucrar com um recurso natural que deve estar disponível gratuitamente para todos … O chefe da Nestlé, Peter Brabeck-Letmathe, já afirmou que a água não é um direito humano e deve ser privatizada e controlada.

Esse problema se estende além da América do Sul, pois todos os seres humanos serão afetados pela decisão de privatizar o segundo maior sistema aquífero do mundo. Essencialmente, as empresas estão lucrando com um recurso natural que deve estar disponível gratuitamente para todos.

Sob o Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Projeto Aquífero Guarani, conhecido como Projeto Aquífero Guarani (SAG) da ANA, o aquífero seria gerenciado e preservado para as gerações presentes e futuras. Após a vitória dos conservadores na Argentina e o golpe de estado, pressionado pela ultradireita no Paraguai e no Brasil, apenas o Uruguai ficou para votar na privatização do aqüífero.

Aproximadamente dois terços (1,2 milhões de km²) da reserva estão localizados em território brasileiro, especificamente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As gerações futuras sofrerão se esse acordo for aprovado, e é por isso que as organizações de direitos humanos em todo o mundo estão se envolvendo. ²


Autor: Franklin Frederick
Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.comFonte: ¹ Global Research.ca ² Transcend.org

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*A ONU Culpa os EUA, Reino Unido e França (OTAN – NATO) por Crimes de Guerra no Iêmen

Estados Unidos, Reino Unido e França podem ser cúmplices de crimes de guerra cometidos no Iêmen pelo apoio à coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita como um grupo de especialistas das Nações Unidas alertado em um relatório conhecido na terça-feira. O dossiê também enfatiza que os três países negaram “deliberadamente” o acesso à ajuda humanitária ao país ameaçado pela fome.

No caso de confirmação de crimes de guerra cometidos pela Arábia Saudita, os governos dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França podem ser indicados como cúmplices que participaram do apoio maciço às armas que prestaram a Riad durante o Guerra do Iêmen

O relatório também anexou uma lista dos nomes de mais de 160 “atores principais” no conflito armado iemenita, incluindo altos funcionários da Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU), sem mencionar se estas pessoas também estão incluídas na lista de possíveis criminosos de guerra.

“Indivíduos do governo do Iêmen e da coalizão internacional, incluindo a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, poderiam ter realizado ataques aéreos em violação aos “princípios de distinção, cautela e proporcionalidade e poderiam ter usado a fome como arma de guerra. , “atos que podem constituir crimes de guerra ”, detalha.

Os especialistas da ONU detalharam que enviaram uma lista confidencial endereçada à “Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachele“, identificando “os indivíduos que poderiam ser responsáveis ​​por crimes internacionais” cometidos no conflito no Iêmen. .

Desde 26 de março de 2015, o regime saudita e seus aliados cometem atrocidades no Iêmen diariamente, usando todos os tipos de armas, com o objetivo de restaurar Mansur Hadi no poder e confrontar os combatentes do movimento popular de Ansarolá. Apesar de tudo isso, Washington, seus aliados europeus, como Londres e Paris, aproveitaram a guerra como uma oportunidade para fechar acordos bilionários de armas com o regime Al Saud.

Leia na íntegra e contribua com o site Nueva Revolução: La ONU culpa a EEUU, Reino Unido y Francia de crímenes de guerra en Yemen

Mapa político do canal de Suez

De nossa parte, observamos que o interesse da OTAN em tomar o Iêmen e a Somália (um país de cada vez para não ficar evidente, concomitantemente enfraquecem a Etiópia e a Somália empobrecendo cada vez mais sua população), é justamente imperialista, basta observar o mapa da região e entender que a força imperialista vindo dominar a entrada do Golfo de Aden , controlará o fluxo de navios que passam pelo Canal de Suez (controlado pelo Egito atualmente). Onde o ponto mais estreito e critico seria Djibout.

É a logística do imperialismo o grande interesse que está por traz do massacre no Iêmen. É o “grande capital apátrida” não se importando se as vitimas são crianças, mulheres, idosos, homens, ou a natureza.

Mapa de Golfo de Aden

Leia também: OTAN a Serviço do Complexo Militar-Industrial

*Você Acredita que o Colonialismo Acabou?

Algumas (até hoje) colonias nas Américas

Malvinas: Arquipélago localizado no sul do oceano Atlântico, na plataforma continental da Patagônia. Apesar de não ser um país, é uma colonia da Inglaterra.

DO: INFOESCOLA

Consiste em uma grande quantidade de pequenas ilhas satélites, a mais isolada é a pequena Ilha Beauchene a 55 km ao sul da Punta Del Toro, no extremo meridional da Ilha Soledad.

Alguns destes grupos satélites formam verdadeiros arquipélagos, tais como os das Ilhas Sebaldes, situado a noroeste da Grande Malvina.

*Ao sul das Ilhas Malvinas está o banco Burdwood (planície submarina) encontrado a pouca profundidade e onde, depois de algumas análises, concluiu-se que é um local rico em jazidas de minérios (Ouro ?) e até petróleo.

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Porto Rico: Para não ficar feio diante o planeta, deram o fantástico nome de “Estado Livre Associado de Porto Rico”.Na real não passa de 1 colonia estadunidense

DO: WIKITRAVEL

Originalmente habitada pelo povo Taíno, que foi dizimado, a ilha de Porto Rico foi descoberta pelos espanhóis na década de 1490, mais precisamente em 1493, quando Cristóvão Colombo chegou à ilha, durante sua segunda viagem de descobrimento, nomeando-a originalmente de San Juan Bautista, hoje homenageado na capital desse estado.

Durante séculos, o Império Espanhol – que permaneceu em Porto Rico por 400 anos -, o Britânico e os Estados Unidos lutaram pela posse da ilha.

Os EUA invadiram-na em 1898, ocupando-a militarmente até 1900. Em 1917, os cidadãos porto riquenhos passaram a ter a cidadania americana.

Apenas em 1952 o local passou a ter um governo eleito e autônomo.

Ainda hoje, porém, as questões relacionadas à moeda, a defesa, relações exteriores e comércio internacional são operadas pelo governo federal americano.

*A indústria manufatureira e de serviços (incluindo o turismo) são as principais atividades econômicas da ilha.

O que os EUA ganham com Porto Rico: indústria (principalmente produtos farmacêuticos, têxteis, petroquímicos e eletrônicos), seguida pelos serviços (finanças, seguros, imóveis e turismo), a mão de obra é barata, porém os produtos são ao preço do mercado.

Localização de Porto Rico

Guiana Francesa: É um departamento ultramarino e região da França, na costa do Atlântico Norte da América do Sul, Foi oficialmente anexada como colonia francesa em 1797.

DO: WIKIPEDIA

 Faz fronteira com o Brasil a leste e sul e com o Suriname a oeste. Desde 1981, quando Belize se tornou independente do Reino Unido, a Guiana Francesa tem sido o único território continental nas Américas que ainda está sob a soberania de um país europeu.

Com uma área de 83.534 km², a Guiana Francesa é a segunda maior região da França e a maior região ultraperiférica dentro da União Europeia. Tem uma densidade populacional muito baixa, com apenas 3,4 habitantes por km². Metade de seus 281.612 habitantes em 2018 viviam na área metropolitana de Caiena, sua capital.

Desde dezembro de 2015, tanto a região como o departamento têm sido governados por uma assembléia única no âmbito de uma nova coletividade territorial, a Coletividade Territorial da Guiana Francesa (em francês: Collectivité Territoriale de Guyane). Essa assembléia, a Assembléia da Guiana Francesa (em francês: Assemblée de Guyane), substituiu o antigo conselho regional e o conselho departamental, ambos desmembrados. A Assembléia da Guiana Francesa é responsável pelo governo regional e departamental. Seu presidente é Rodolphe Alexandre.

Antes do contato europeu, o território era originalmente habitado por nativos americanos, a maioria falantes do idioma arauaque, da família linguística arawakana. O povo foi identificado como Lokono. O primeiro estabelecimento francês está registrado em 1503, mas a França não estabeleceu uma presença durável até que os colonos fundaram Caiena em 1643. A Guiana foi desenvolvida como uma sociedade escravista, onde plantadores importavam africanos como trabalhadores escravizados em grandes açucareiros e outras plantações em número tal que aumentar a população. A escravidão foi abolida nas colônias na época da Revolução Francesa. A Guiana foi designada como um departamento francês em 1797. Mas depois que a França abandonou seu território na América do Norte, desenvolveu a Guiana como uma colônia penal, estabelecendo uma rede de campos e penitenciárias ao longo do litoral onde prisioneiros da França foram condenados a trabalhos forçados.

Durante a Segunda Guerra Mundial e a queda da França para a Alemanha Nazista, o franco-guianense Félix Éboué foi um dos primeiros a apoiar o general Charles de Gaulle, da França Livre, em 18 de junho de 1940. A Guiana reuniu oficialmente a França Livre em 1943, e pouco depois, abandonou seu status de colônia e tornou-se novamente um departamento francês em 1946.

Resultado de imagem para A ECONOMIA NA GUIANA FRANCESA

Depois que De Gaulle (lembram a frase dele: a França não tem amigos, tem interesses) foi eleito presidente da França, ele estabeleceu o Centro Espacial da Guiana em 1965. Ele agora é operado pelo CNES, pela Arianespace e pela Agência Espacial Europeia (ESA). Mais recentemente, a região recebeu um grande número de migrantes econômicos brasileiros e haitianosMineração de ouro ilegal e ecologicamente destrutiva por garimpeiros brasileiros é uma questão crônica na remota floresta tropical interna da Guiana Francesa.[4][5]

Totalmente integrada no Estado central francês, a Guiana faz parte da União Europeia (que histórico chique para uma colonia ? – parenteses nosso), e sua moeda oficial é o euro. A região tem o maior PIB nominal per capita na América do Sul. Uma grande parte da economia da Guiana deriva de empregos e negócios associados à presença do Centro Espacial da Guiana, hoje o principal local de lançamento da Agência Espacial Europeia, próxima à Linha do Equador. Como em outras partes da França, a língua oficial é o francês, mas cada comunidade étnica tem sua própria língua. O Crioulo da Guiana Francesa, uma língua crioula com base francesa (um racismo oficial – parenteses nosso), é o idioma mais falado. Em comparação com a França metropolitana, a região enfrenta problemas como imigração ilegal significativa, infra-estrutura mais pobre, custo de vida mais altas, taxas de criminalidade mais altas e agitação social mais comum.

*Além da renda do centro espacial francês de Kourou, a pesca e a silvicultura são algumas das principais atividades econômicas. A Guiana Francesa tem enormes jazidas de ouro

Localização da Guiana Francesa

Como podemos perceber, todos os impérios colonialistas tem planos e interesses futuros para suas colonias, interesses de exploração.

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*O Imperialismo Assassinou 22 Presidentes Africanos Desde 1963

France Has Assassinated 22 African Presidents Since 1963

THOMAS SANKARA – ERA MARXISTA LENINISTA

Não nos esqueçamos que na época que Muammar Gaddafi era o líder da Líbia, o pais tinha o maior IDH do continente africano, e no Oriente Médio não existia o Daesh, a Líbia bloqueava a entrada do EI e de outros tipos de comboios igualmente, OTAN envolvida no golpe.

Abaixo está uma lista de presidentes africanos assassinados desde 1963, os 22 presidentes assassinados não tiveram suas mortes bem solucionadas até os dias atuais e dificilmente estes assassinatos serão esclarecidos, os executores são generalizados nos relatos da história.

Lista de alguns países Europeus que tomaram e mantiveram países africanos como colonias: Fonte WIKIPEDIA 

País atual

Ano de independência

Ex-colónia de

Ano da ocupação

Província do Cabo (não era um país, mas era uma colônia europeia)/África do Sul

1910

Holanda/Inglaterra

 

????

Egipto 1922 Inglaterra 1914
Líbia 1951 Itália 1912
Sudão 1956 Inglaterra 1889
Marrocos 1956 Espanha/França 1912
Tunísia 1956 França 1881
Madagáscar 1960 França 1642
Costa do Marfim 1960 França 1893
Congo 1960 França 1908
Chade 1960 França 1909
Mali 1960 França 1909
Mauritânia 1960 França 1909
Níger 1960 França 1909
Togo
1960
Alemanha/França
1884
Nigéria
1960
Alemanha/Inglaterra/França
1900
Serra Leoa 1961 Inglaterra 1866
Somália 1961 Itália/Inglaterra 1889
Tanzânia 1961
Alemanha/Inglaterra
1895
Quénia 1963 Itália/Inglaterra 1890
Zâmbia 1964 Inglaterra 1889
Gâmbia 1965 Inglaterra 1816
Gâmbia 1965 França 1885
Zimbabue 1965 Inglaterra 1889
Guiné-Bissau 1974 Portugal 1588
São Tomé e Príncipe 1975 Portugal 1470
Moçambique 1975 Portugal 1505
Angola 1975 Portugal 1575
Namíbia 1990
Alemanha/Inglaterra
1878

*Na África, a Espanha ocupou as Ilhas Canárias (cedidas por Portugal em 1479), Cabo Verde, o Saara Ocidental, o norte de Marrocos e a atual Guiné Equatorial.

*A França também ocupou o Marrocos

*Império Neerlandês, eram os territórios ultramarinos e postos de comércio controlados e administrados por empresas majestáticas holandesas (principalmente os holandeses Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e da Companhia Holandesa das Índias Orientais) e, posteriormente, pela República Neerlandesa (1581-1795) e pelo moderno Reino dos Países Baixos depois de 1815. Inicialmente, era um sistema baseado no comércio que derivava a maior parte de sua influência da empresa mercantil e do controle holandês das rotas marítimas internacionais através de postos avançados estrategicamente posicionados, ao invés de empreendimentos territoriais expansivos. Com algumas notáveis ​​exceções, a maioria das propriedades ultramarinas do império colonial holandês consistia em fortes costeiros, fábricas e assentamentos portuários com diferentes graus de incorporação de seu interior e regiões vizinhas.

“Como podemos perceber, a Europa “branca, cristã e civilizada” deve muito as nações Asiáticas, Africanas e Americanas” 

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*O Planeta “TERRA” Pede Água (2)

Relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas especificamente sobre o uso do solo foi divulgado esta quinta-feira (8 de agosto) em Genebra, na Suíça. Os especialistas apresentam um diagnóstico de uma Terra debaixo de uma dupla pressão produzida pelo homem e das alterações climáticas. Previsões e soluções.

A Terra está sob uma crescente pressão humana e as alterações climáticas estão aumentando ainda mais essa pressão. Esta pode parecer uma constatação óbvia, mas, desta vez, os especialistas do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU (IPCC, na sigla inglesa) fornecem uma série de dados, argumentos, previsões e até possíveis soluções para evitar o desastre. Está tudo no relatório sobre Alterações Climáticas e Solo que foi apresentado esta quinta-feira de manhã em Genebra. O importante documento mostra como o insustentável peso do homem na Terra é um problema que só pode ser resolvido pelo homem, com mudanças e adaptações e, sobretudo, com a redução de emissões de gases de efeito de estufa. “Sustentabilidade” ainda é a palavra-chave para um futuro melhor.

Se a superfície da Terra fosse uma pele, estaria seca, enrugada, coberta de cicatrizes, queimaduras e feridas abertas. Sem recurso a qualquer metáfora, sobra a realidade nua e crua: a atividade humana degradou os solos, expandiu os desertos, derrubou florestas, eliminou vida selvagem, entre outros danos. Até agora, o homem fez com que o solo passasse de um meio para combater as alterações climáticas para um agente causador dessa mudança. Os especialistas avisam que estamos forçando os limites da Terra, o uso do solo há muito tempo se tornou abuso. Há soluções e quase todas envolvem o conceito de sustentabilidade – a única forma de aliviar o peso do homem e das alterações climáticas no planeta.

Estima-se que entre um quarto e um terço de todas as emissões de gases com efeito de estufa provenham do uso do solo. A agricultura, desflorestamento e outros usos da terra são responsáveis por 23% de todas as emissões de gases com efeito de estufa (CO2, metano, óxido nitroso). Se juntarmos ainda as emissões associadas as atividades pré e pós-produção do setor alimentar, a estimativa estará entre os 21% e 37%. Os processos naturais da Terra absorvem apenas o CO2 equivalente a quase um terço das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) produzidos pelos combustíveis fósseis e indústria.

Mais de 70% da superfície da Terra (que não está coberta pelo gelo) é diretamente afetada pelo uso humano. Um quarto dessa superfície é sujeito a uma degradação induzida pelo homem. A erosão nos terrenos agrícolas está estimada como sendo dez a 20 vezes (no caso dos campos não lavrados) até a mais de 100 vezes (nos lavrados) superior à taxa de formação de solo.

Há mais: a agricultura é responsável por 70% do atual consumo de água no planeta. No comunicado à imprensa, Hans-Otto Pörtner, um dos especialistas no grupo de trabalho do IPCC, constata que os terrenos que atualmente são usados poderiam alimentar o mundo e fornecer biomassa para energia renovável, mas, para isso, é preciso que a ação em várias áreas comece cedo e chegue longe. “O mesmo vale para a conservação, recuperação de ecossistemas e biodiversidade”, acrescenta.

Atualmente entre 25% e 30% da produção de alimentos é desperdiçada ou perdida. Dados recolhidos desde 1961 mostram que o fornecimento per capita de óleos vegetais e carne mais do que duplicou e o de calorias per capita nos alimentos aumentou cerca de um terço. Cerca de 2 bilhões de adultos têm excesso de peso ou são obesos. Estima-se que existam 821 milhões de pessoas gravemente subnutridas.

Durante a semana, as notícias já faziam antever o tom dos especialistas reunidos em Genebra, na Suíça, na reunião do IPCC que deveria servir para discutir as alterações climáticas e o uso do solo. Íamos ouvir falar na urgência de avançar para biocombustíveis, substituir plásticos e fibras por material vegetal, proteger a vida selvagem, regular a produção de madeira e ter novas formas mais sustentáveis de alimentar uma população cada vez maior. O relatório, previa-se, deveria sublinhar que é preciso fazer escolhas sobre a forma como usamos o solo e que essas escolhas seriam difíceis. E são – porque mudam muita coisa.

“Este relatório mostra que uma melhor gestão do solo pode contribuir para combater as alterações climáticas, mas não é a única solução. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa de todos os setores é essencial, se se pretender que o aquecimento global seja mantido a menos de dois graus centígrados, se não mesmo 1,5 graus”, refere o comunicado de imprensa que recorda a meta definida em 2015 no Acordo de Paris.

Um dos cavalos-de-batalha, também se adivinhava há já algum tempo, seria a produção e consumo alimentar, e, mais especificamente, o alto consumo de carne vermelha, que põe o planeta sob uma pressão insuportável, seja por precisar de solos para produzir ração animal, seja pela água e outros recursos que explora de forma intensiva.

“Algumas escolhas alimentares exigem mais terra e água e causam mais emissões de gases”, afirma Debra Roberts, que também assina o relatório do IPCC, recomendando dietas equilibradas com alimentos à base de plantas e grãos, tais como cereais (exceto o trigo e o arroz), legumes, frutas e vegetais, e produtos sustentáveis de origem animal que sejam produzidos em sistemas com reduzidas emissões de GEE.

O relatório destaca que as alterações climáticas afetam os quatro pilares da segurança alimentar: disponibilidade (rendimento e produção), acesso (preços e capacidade de obter alimentos), utilização (nutrição e cozinha) e estabilidade (interrupções na disponibilidade). “Veremos diferentes efeitos em diferentes países, mas haverá impactos mais drásticos nos países pobres da África, Ásia, América Latina e Caribe”, afirma Priyadarshi Shukla, outro dos investigadores do IPCC, citado no comunicado.

Entre outras opções, os especialistas apontam para a urgência de uma produção sustentável de alimentos, uma gestão sustentável das florestas, uma gestão do carbono orgânico do solo, conservação dos ecossistemas, recuperação dos solos, menos desflorestamento e degradação e uma redução das perdas e desperdício alimentar. Sem surpresas. Algumas das soluções podem ter um efeito imediato, outras podem demorar décadas para dar resultados, admitem no relatório.

“O solo deve permanecer produtivo para manter a segurança alimentar à medida que a população aumenta e que os impactos negativos das mudanças climáticas na vegetação crescem. Isso significa que há limites para a contribuição da terra para enfrentar as alterações climáticas, por exemplo, através do cultivo de culturas energéticas e de arborização. Também demora algum tempo até que árvores e solos armazenem carbono de forma eficaz”, refere o comunicado. Os bons resultados, dizem, vão depender de políticas locais adequadas e sistemas de governança.

“A maior parte das opções baseadas na gestão dos solos que não aumentam a competição por terra e quase todas as opções baseadas na gestão da cadeia de valor (por exemplo, escolhas alimentares, perdas reduzidas, redução de desperdício de alimentos) e na gestão de riscos podem contribuir para erradicar a pobreza e eliminar a fome, promovendo a boa saúde e bem-estar, a água, saneamento, ação climática e vida na Terra”, referem os especialistas no relatório.

Especificamente sobre a desertificação os cientistas propõem medidas que, dependendo da disponibilidade de água na região, podem, por exemplo, passar pela construção de “muros verdes” ou “barragens verdes”, em que a plantação de espécies de árvores resilientes pode ajudar a criar barreiras à erosão e melhorar a qualidade do ar. Aproximadamente 500 milhões de pessoas vivem em áreas que estão sofrendo a desertificação e que são mais vulneráveis às alterações climáticas e a fenômenos de seca, ondas de calor e tempestades de poeiras.

É claro que também encontramos no relatório a necessidade de recurso a fontes mais limpas de energia e a obrigatoriedade de pôr a tecnologia ao serviço do clima e da sustentabilidade do planeta. “Existem coisas que já estamos fazendo. Estamos usando tecnologias e boas práticas, mas, de fato, precisamos ampliá-las e transferi-las para locais mais adequados, onde ainda não estão sendo usadas”, diz Panmao Zhai, cientista do IPCC.

Pior do que hoje só o amanhã?

O relatório apresenta uma série de dados a que atribui uma confiança média, alta ou muito alta. São páginas e páginas de danos causados ao planeta, organizados em quatro capítulos com muitas (demasiadas) alíneas que denunciam a degradação e destruição do nosso planeta. Um dos gráficos mais esclarecedores mostra a curva (ascendente) do uso do solo a servir de sombra à mesma trajetória da linha sobre os efeitos das alterações climáticas. O que fazer com estes dados? Mudar – não há alternativa e não há tempo a perder.

O primeiro capítulo é dedicado a “pessoas, solo e clima num mundo em processo de aquecimento”. Entre outros dados que constatam o que já mudou, há uma parte dedicada a pensar o futuro. Para isso, os especialistas apoiam-se em cinco cenários, com mais ou menos exigências de mudança de comportamento ou de adaptação, que, por sua vez, se articulam com vários níveis de mitigação do aquecimento global. “A mudança climática cria tensões adicionais nos solos, exacerbando riscos existentes para a subsistência, a biodiversidade, a saúde humana e dos ecossistemas, infraestruturas e sistemas alimentares. Impactos crescentes no solo são projetados em todos os cenários futuros de emissões de gases com efeito de estufa. Algumas regiões enfrentarão riscos mais elevados, enquanto outras enfrentarão riscos que não estavam previstos. Os riscos que produzirão um efeito em cascata terão impacto em vários sistemas e setores e vão variar entre regiões”, anunciam os especialistas.

Região a região, ninguém parece estar a salvo de uma desgraça. Quase parece que alguém está rogando pragas a todas as regiões do mundo. Se a Ásia e a África se apresentam como as regiões que serão mais afetadas pelo aumento da desertificação, a América do Norte e do Sul, o Sul de África, a região mediterrânea e a Ásia central serão atingidas por incêndios e as regiões tropicais e subtropicais serão as mais vulneráveis ao declínio das colheitas. Nas regiões costeiras, a degradação do solo que vai resultar da elevação do nível do mar e ciclones mais intensos vão pôr vidas em risco. Entre todas as pessoas, são as mulheres, os muito novos, os idosos e os pobres que estão mais expostos ao perigo. “A gestão insustentável dos solos levou a impactos econômicos negativos. A mudança climática deverá exacerbar esses impactos”, avisam.

Mais exemplos: com o aumento do aquecimento global, a frequência e intensidade de cheias deverão aumentar particularmente na região mediterrânea e no Sul de África. Nas regiões tropicais, em cenário de emissões médias e altas de gases com efeito estufa, o aquecimento vai provocar “a emergência de condições climáticas sem precedentes” em meados do século 21. Com os níveis atuais de aquecimento global ficamos perante um “risco moderado” de escassez de água, erosão do solo, perda de vegetação, incêndios, degelo do permafrost, degradação das zonas costeiras e declínio do rendimento das culturas. Com um aumento de 1,5 graus Celsius os riscos passam a ser altos e com dois graus muito altos.

Fenômenos extremos

Em relação à estabilidade no fornecimento de comida as projeções indicam que se encontra ameaçada. Por um lado, os fenômenos extremos vão perturbar as cadeias alimentares, por outro, o aumento de CO2 na atmosfera poderá diminuir a qualidade nutricional das colheitas. Recorrendo uma vez mais aos cenários, os especialistas mencionam o mais provável (nem demasiado otimista, nem demasiado pessimista) para prever um possível aumento do preço médio dos cereais de 7,6% em 2050 por causa das alterações climáticas. Isto, por sua vez, vai levar a um aumento dos preços dos alimentos e a um maior risco de insegurança alimentar e fome. Os mais afetados serão, obviamente, os mais vulneráveis.

Ainda apoiados no cenário mais equilibrado em que a população mundial fica ao redor de 9 bilhões de pessoas, os peritos anunciam que, com um aumento da temperatura de 1,5 graus Celsius, em 2050 teremos 178 milhões de pessoas vulneráveis à escassez de água, enchentes e degradação do habitat. Se o aquecimento chegar aos dois graus Celsius, serão 220 milhões de pessoas e aos três graus serão 277 milhões.

Vamos continuar a ouvir falar nestes dados, previsões e soluções. Este relatório será “um contributo científico essencial para as próximas negociações sobre o clima e o ambiente”, como a Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP14) em Nova Deli (Índia) em Setembro e a Conferência da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas em Santiago, Chile, agendada para Dezembro.

O tom é alarmante, mas, pelo menos por enquanto, os cientistas do IPCC ainda deixam espaço para uma ponta de esperança. Se alterarmos o uso que estamos fazendo do solo, podemos ainda mudar muita coisa. Podemos, por exemplo, diminuir a probabilidade, intensidade e duração de fenômenos extremos. As mudanças na gestão e exploração de um pedaço de terra aqui, garantem os especialistas, podem afetar a temperatura e a precipitação numa região num raio de centenas de quilômetros de distância.

O relatório prometia ser um guia de boas práticas para usar o solo da Terra, depois de tantas décadas de abuso. Entre outras conclusões, percebe-se que a Terra pode ser uma chaminé de emissões de CO2 que irão nos sufocar ou um sumidouro de emissões de CO2 que nos serve de pulmão para respirar. Ou de uma forma mais geral: uma parte de um imenso problema ou uma parte da solução. A escolha é nossa, de todos e, sobretudo, dos que têm poder de decisão política. A melhor notícia do relatório será mesmo essa: aparentemente, ainda temos escolha. Até quando?

Leia na íntegra: Alerta global. A Terra não aguenta mais o uso e abuso dos solos

DO: 247