*30 Anos sem Sankara

thomas sankara . Enquanto os revolucionários como indivíduos podem ser assassinados, você não pode matar idéias

“Enquanto os revolucionários como indivíduos podem ser assassinados, você não pode matar idéias”

… Thomas Isidore Noël Sankara (21 de dezembro de 1949 – 15 de outubro de 1987) declarou uma semana antes de seu assassinato. Foi um capitão militar burkinabé, revolucionário marxista, teórico pan-africanista e presidente do Burkina Faso de 1983 a 1987. Visto como uma figura de revolução carismática e icônica, ele é comumente chamado de “Che Guevara da África”.

Suas citações e iniciativas são lembradas em todo o mundo, aqui apresentamos a campanha informativa da AfricAveniruma organização não governamental e sem fins lucrativos envolvida em educação política e divulgação de informações tanto na África como na Europa. Sua seção principal foi fundada em Douala, Camarões, por Prince Kum ‘a Ndumbe III em 1985, enquanto a seção alemã foi fundada em 2000 durante seu exílio em Berlim, Alemanha. Desde 2007, AfricAvenir também está presente em Windhoek, na Namíbia e em 2012, outra seção foi fundada em Cotonou / Calavi, Benin.

A coragem de inventar o futuro: Campanha pública com motivo do 25º aniversário do assassinato de Thomas Sankara

Em 15 de outubro de 1987, o presidente do Burkina Faso Thomas Sankara foi assassinado em um golpe de estado.Ele era um político de virtudes excepcionais , e uma pessoa de integridade e sinceridade . Por ocasião do 25º aniversário de sua morte AfricAvenir organiza uma série de eventos e uma campanha pública que aborda seu impacto na política, economia e sociedade. Como praticamente nenhum outro, Thomas Sankara foi exemplar para demonstrar a possibilidade da África de se desenvolver por meio de seus próprios esforços . | + | Mais informações

Série de eventos e Campanha na ocasião do 25º aniversário do assassinato de Thomas Sankara – Ícone da luta de libertação africana contra neocolonialismo e imperialismo

Ler na íntegra: 30. aniversário de Sankara

Ler também: Quando Você Mata dez Milhões Africanos, Você não é Chamado de “Hitler

 

*Toda A Terra Será Capturada? – Luiza Dulci

Ler na íntegra: Toda A Terra Será Capturada?

A compra de áreas griladas brasileiras por um fundo dos professores de Nova York revela como as finanças globais estão submetendo aagricultura a sua lógica de ferro

Por Luiza Dulci, no Indebate | Imagem: John Spooner

No dia 16 de nov/2015 o jornal The New York Times publica uma matéria de página inteira sobre o TIAA-CREF (Teachers Insurance and Annuity Association – College Retirement Equities Fund). Um fundo que reúne investimentos de diversos fundos de pensão dos Estados Unidos e de outros países. Na matéria, o TIAA-CREF foi acusado de transacionar terras com um empresário brasileiro – Euclides de Carli, um típico grileiro – que empregava violência e fraudes para expropriar terras de agricultores familiares, bem como para burlar leis brasileiras que limitam a presença de investimentos estrangeiros nas terras do país. Na carteira de investimentos do TIAA-CREF constam, dentre outros, recursos de fundos de pensão dos professores universitários aposentados de Nova York; de aposentados públicos suecos (Second Swedish National Pension Fund); e canadeneses (Caisse de dépôt et placement du Québec e British Columbia Investment Management Corporation of Canada).

Conforme apontado no Relatório produzido por entidades da sociedade civil sobre o caso, as opções de investimentos em terras (TIAA-CREF Global Agriculture I e II) lançadas pelo Fundo em 2012 e 2015 somavam recursos na ordem de US$ 2 e US$ 3 bilhões, respectivamente, voltados para a aquisição de terras e o estabelecimento de fazendas agroindustriais por meio de empresas subsidiárias em países como Brasil, Austrália, Polônia, Romênia, Estados Unidos, Chile, Nova Zelândia e países da Europa Central e do Leste. O mesmo relatório aponta que a violação da legislação brasileira é somente um dos aspectos em questão. Somam-se a elas uma série de outras violações, tais como: processos de especulação de terras; land grabbing[1] (seja por compra ou grilagem de terras); destruição do meio ambiente; e superexploração do trabalho.

O caso do TIAA-CREF é emblemático na medida em que nos informa sobre a dinâmica mais geral de acumulação na agricultura e no capitalismo contemporâneo. Nem mesmo a terra, historicamente tida como o ativo mais comumente associado à noção de imobilidade e baixa liquidez, está fora dos circuitos financeiros que vem ditando os rumos e o ritmo global da economia nos dias de hoje.

Sede TIAA-CREF em BenefitsPRO

Sabe-se que a internacionalização da agricultura não é novidade. A literatura mostra que já na década de 1870 estruturou-se o primeiro regime agroalimentar mundial[2]. Além de ter nascido como um sistema global, de lá para cá tal internacionalização só fez crescer. A esse fenômeno alia-se outro: o processo de oligopolização dos chamados complexos agroindustriais, que abrange desde o processamento até a distribuição dos produtos pelas redes de mercados e supermercados. Da mesma forma, não é de hoje que o capitalismo faz uso da expansão das fronteiras territoriais como forma de conter crises e aumentar os lucros, aproveitando-se sobretudo das barreiras ambientais e laborais geralmente mais frouxas nas regiões localizadas na fronteira do desenvolvimento.

Se é certo que este é um processo de longa duração, podemos nos perguntar: quais as especificidades e novidades deste início de século XXI?

Pelo menos duas características o particularizam. De um lado o boomde investimentos em terras em diferentes partes do mundo; de outro, vê-se que ele ocorre associado à multiplicidade de instrumentos (financeiros) disponíveis para sua realização e de agentes envolvidos nas transações. Como efetivamente isso se dá?

Global land grabbing: compras, vendas e grilagens de terra ao redor do mundo

Já no início dos anos 2000, diversos países lançaram ou atualizaram metas relativas à produção e ao consumo de biocombustíveis, como forma de fortalecer as agendas ambientais locais e mundiais e de atenuar os efeitos do aumento do preço do petróleo. Em 2003, por exemplo, o Brasil tornou-se um importante ator no cenário de biocombustíveis, em função do lançamento do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. A aposta nos biocombustíveis provocou um aumento no preço das commodities agrícolas, que, por sua vez, fez despertar o interesse a nível global por terras agricultáveis. Vale lembrar: este cenário acontece junto com as crises hídrica, energética e climática e as crescentes preocupações com a segurança e a soberania alimentar das nações, questões cada vez mais presentes nos noticiários, nas agendas nacionais e na vida cotidiana das populações. Por fim, temos os desdobramentos da enorme instabilidade provocada pela crise de 2008. Dentre eles, destaca-se a reorientação de parte dos investimentos financeiros em direção a mercados e opções mais seguras, mais transparentes, menos alavancadas e mais associadas a ativos reais e efetivamente produtivos.

Uma fazenda no estado de Mato Grosso no cerrado e a vasta savana à beira da floresta tropical amazônica que está sendo destruida para expansão agrícola. Imagem Marizilda Cruppe para The New York Times

Dados do estudo publicado em 2010 pelo Banco Mundial[3] – e as motivações para o envolvimento do Banco no assunto merecem destaque em si – a respeito da recente corrida global por terras (global land rush) nos permitem dimensionar o fenômeno. Antes de 2008, a comercialização de terras crescia em média 4 milhões de hectares por ano; entre 2008 e 2009, a demanda cresceu e mais de 56 milhões de hectares agrícolas foram comercializados, sendo mais de 70% concentrados na África.

Na realidade os números e as estatísticas relativas ao que alguns chamam de global land rush e outros de land grabbing são controversos. Eles espelham tanto a falta de precisão e de domínio das nações sobre seus territórios, quanto os próprios interesses em jogo no sentido de inflar os mercados de terras, com a consequente geração de maiores lucros para os investidores.

A conjugação desses acontecimentos teve influência sobre o preço das commodities e, consequentemente, das terras pela perspectiva da relação entre oferta e demanda. Contudo, alterações na estrutura de regulação das economias – em especial dos Estados Unidos – desde os anos 1980 também tiveram papel decisivo nesse processo. A complexidade da formação dos preços das commodities hoje reflete as condições e os custos de transporte, armazenagem, financiamento, a atuação de grandes empresas no processamento e na comercialização, bem como as oscilações presentes nos mercados de precificação futuros.

Questão fundiária em tempos de desregulamentação do capital

A entrada do mega investidor inglês George Soros no mercado agrícola é talvez o exemplo mais emblemático da relação entre capital financeiro e terras. Dentre sua enorme carteira de participações, Soros é o principal acionista da empresa AdecoAgro, produtora de alimentos e de energia renovável, nascida em 2002 na Argentina e presente no Brasil desde 2004.

As informações acerca dos riscos e retornos das opções de investimento são decisivas para a montagem das carteiras, que hoje são como verdadeiros mosaicos de ativos financeiros. É aí que se apresenta uma distinção fundamental entre a dimensão especulativa fundiária urbana e rural. Na medida em que é fator de produção, mas também atua como reserva de valor, a terra cria riqueza por meio de um processo de apreciação passiva (especulativo). Isto lhe confere, simultaneamente, características de ativo produtivo e financeiro. Diferentemente das propriedades fundiárias urbanas, que respondem pelas localidades das atividades produtivas, o caso dos imóveis rurais dificulta separação entre o valor de uso e o valor de troca.

George Soros, por Marcellus Drilling

Por tudo isso, ao invés de contrariar a lógica de curto prazo – dos retornos trimestrais aos acionistas que vem ditando o ritmo da economia global desde os anos 1980 – os investimentos em terra foram incorporados a ela e devem ser vistos como parte desse processo[4]. Isto é, não há evidências de que a financeirização esteja sendo freada pelos investimentos em terra, mas, ao contrário, de que os mercados de terras estejam sendo incorporadas à sua órbita. Os mercados de futuros, operações de securitizações (hedgings) já são o cotidiano do comércio das safras de commodities agrícolas a nível global.

Cabe ainda destacar que a movimentação do mercado de terras transcende a produção agrícola stricto senso. A interrelação dos cultivos agrícolas com as demais atividades da cadeia agroalimentar atrai atores, interessados, por exemplo, na produção de maquinário agrícola, agrotóxicos, bem como no desenvolvimento de infraestrutura em geral, como as estradas, hidrovias, os galpões de armazenagem, etc. Cada vez mais são atraídos para o campo investidores ligados aos; a) capitais do próprio setor do agronegócio; b) capitais de setores sinérgicos e convergentes no agronegócio; c) capitais não tradicionais no agronegócio como empresas de petroquímica, automobilística, logística e construção; d) capital imobiliário em resposta à valorização das terras; e) Estados ricos em capital, mas pobres em recursos naturais; f) fundos de investimento; g) empresas de promoção de serviços ambientais; h) empresas de mineração e prospecção de petróleo[5].

Diante de tudo isso, mais do que especular se o mercado de terras está superaquecido, nos importa saber que ele está aquecido. A relação cada vez mais consolidada e dependente entre mercado de terras, agricultura e capital financeiro tem produzido, por um lado, consequências dramáticas para as populações camponesas e para as condições de segurança e soberania alimentar das nações; e por outro, tem contribuído para a geração de lucros exorbitantes com operações especulativas que alimentam o moinho satânico de acionistas e agentes do mercado nas grandes praças financeiras mundiais.

[1] SAUER, Sergio; LEITE, Sergio. Expansão agrícola, preços e apropriação de terras por estrangeiros no Brasil. Piracicaba: Revista de Economia e Sociologia Rural, Vol. 50, N. 03, Jul/Set, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/resr/v50n3/a07v50n3.pdf

[2] FRIEDMANN, Harriet. The political economy of food: The rise and fall of the postwar food order. American Journal of Sociology, jan, 1982.

[3] BANCO Mundial. Rising global interest in farmland: Can it yield sustainable and equitable benefits? Washington D.C., 2010. Disponível em http://siteresources.worldbank.org/DEC/Resources/Rising-Global-Interest-in-Farmland.pdf

[4] Fairbairn, Madeleine. ‘“Like Gold with Yield”: Evolving Intersections between Farmland and Finance’. The Journal of Peasant Studies, 41 (5): 777–95, 2014.

[5] WILKINSON, John, REYDON, Bastiaan e Di SABBATO, Alberto. Concentration and foreign ownership of land in Brazil in the context of global land grabbing. Canadian Journal of Development Studies/Revue canadienne d’études du développement. Vol. 33, no. 4, 2012, p. 417-438.

Ler também: Os Cinco Maiores Latifundiários do Planeta

*O Sistema Bancário Mundial Nunca mais Será o Mesmo

Analista adverte

Top Financial Expert adverte que as ações precisam cair entre 30 e 40% com surgimento de novos temores de bancarrota

19 de setembro de 2017
Será que haverá uma grande quebra no mercado de ações antes do final de 2017?
Para muitos de nós, parece que esperamos que essa bolha do mercado de ações ridícula explodisse por muito tempo. Os especialistas nos advertiram uma e outra vez que as ações não podem continuar assim indefinidamente, e, no entanto, esse mercado parecia absolutamente determinado a desafiar as leis da economia. Mas a maioria das pessoas não lembra que passamos por uma coisa semelhante antes da crise financeira de 2008 também. Recentemente, falei com um investidor que tritava o mercado três anos antes daquele acidente. No final, sua análise de longo prazo foi direta sobre o dinheiro, mas seu tempo foi apenas um pouco fora, e o mesmo será verdade com muitos especialistas desta vez.
Na segunda-feira, fiquei impressionado ao saber o que Brad McMillan acabara de dizer sobre o mercado. Ele é considerado uma das mentes mais brilhantes do mundo financeiro e ele disse à CNBC que as ações precisariam cair “em algum lugar entre 30 e 40% apenas para chegar ao valor justo” …
Brad McMillan – que aconselha conselheiros financeiros independentes que representam US $ 114 bilhões em ativos sob administração – disse à CNBC na segunda-feira que o mercado de ações está muito sobrevalorizado.
“O mercado provavelmente teria que cair em algum lugar entre 30 e 40 por cento para chegar ao valor justo, com base em padrões históricos”, disse McMillan, diretor de investimentos da Commonwealth Financial Network, com sede em Massachusetts.
A análise de McMillan é muito semelhante à minha. Durante um longo período de tempo, tenho avisado que as avaliações deveriam diminuir em pelo menos 40 ou 50 por cento apenas para retornar às médias de longo prazo.
E as avaliações de ações sempre retornam às médias de longo prazo eventualmente. Só que desta vez a bolha foi inflada artificialmente tanto que um retorno às médias a longo prazo será absolutamente catastrófico para o nosso sistema.
Enquanto isso, sinais de problemas para a economia real continuam a entrar em erupção. Conforme observado na manchete, parece que a Toys R Us está à beira da falência …
A Toys R Us contratou advogados de reestruturação na Kirkland & Ellis para ajudar a lidar com $ 400 milhões em dívidas em 2018, a CNBC havia relatado anteriormente, observando que a falência era um resultado potencial.
Kirkland recusou-se a comentar.
No início da segunda-feira, a Reorg Research, um serviço de notícias focado na falência e dívida em dificuldades, relatou que a Toys R Us poderia solicitar a falência logo na segunda-feira.
Este é mais um sinal de que 2017 será o pior ano para fechamentos de lojas de varejo na história dos EUA. Não sei como alguém pode observar o que está acontecendo com o setor varejista (ou a indústria automobilística para esse assunto) e argumentam que a economia dos EUA está em boa forma.
Mas a maioria dos americanos parece basear suas opiniões em como a economia está fazendo o quão bem o mercado de ações está se apresentando, e graças à intervenção implacável do banco central, os preços das ações apenas continuaram subindo e subindo.
De muitas maneiras, o que estamos assistindo hoje é uma repetição da bolha dotcom do final da década de 1990, e isso é algo que McMillan também comentou durante sua discussão com a CNBC …
A parte da tese de McMillan está enraizada em sua convicção de que os níveis elevados dos chamados estoques FANG – Facebook, Amazon, Netflix e Alphabet Google-parentes – parecem reminiscentes da bolha ponto-com no final da década de 1990.
“Eu tenho dito sobre o ano passado, este ano parece muito com 1999 para mim”, disse McMillan em “Squawk Box”. “Se você olhar para a economia subjacente [e] se olhar para o mercado de ações, o As semelhanças são notáveis ​​”.
Estou impressionado que tantos grandes nomes continuem a emitir avisos extremamente ameaçadores sobre os mercados financeiros e, no entanto, a maioria dos americanos parece completamente despreocupada.
É quase como se o 2008 nunca acontecesse. Nenhum dos nossos problemas a longo prazo foi resolvido após essa crise, e a atual bolha em que estamos enfrentando é muito maior que a bolha que explodiu naquele momento.
Não sei por que mais pessoas não conseguem ver essas coisas. Chegou a um ponto em que “até Goldman Sachs está ficando preocupado” …
A bolha do mercado de ações é agora tão maciça que mesmo Goldman Sachs está ficando preocupado.
Vamos ficar claros aqui: Wall Street faz o melhor e ganha mais dinheiro quando as ações estão rugindo mais alto. Então, para que uma importante empresa de Wall Street, como a Goldman, comece a se preocupar abertamente com a questão de saber se os mercados vão ou não cair, tem que haver uma verdadeira infiltração de problemas.
Nessa nota, o indicador do Market Bear Market da Goldman atingiu os níveis que desencadearam APENAS ANTES DO ÚLTIMO DOIS MERCADOS DE CRASHES.
Quando as coisas se derrubarem desta vez, será ainda pior do que o que passamos em 2008. Na sequência, precisaremos de pessoas que compreendam que precisamos fundamentalmente redesenhar como nosso sistema funciona, e isso é algo que Espero ajudar. Não podemos basear nosso sistema financeiro em uma pirâmide de dívidas, e não podemos permitir que Wall Street funcione como um casino gigante. Nossa economia inteira tornou-se essencialmente um esquema Ponzi colossal, e é inevitável que ele venha horrivelmente a cair em algum ponto.
Mas, por enquanto, os cegos continuam a liderar os cegos, e a maioria dos americanos não vai acordar até nós ter ultrapassado o limite.

 

O pesadelo do colapso continua assombrando

18 de setembro de 2017
Recusa dos EUA de “Termos de entrega” com russos avisando da vinda do Colapso bancário ocidental “dentro de meses”
Um novo  relatório do Conselho de Segurança (SC) afirma hoje que, durante a reunião acabada e  concluída em Nova York nas Nações Unidas entre o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov e o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, se”recusado” a Rússia e a China descrevem uma nova ordem econômica global apoiada por ouro com eles rotulando essa oferta como “termos de rendição” – mas cuja recusa, portanto, sinaliza o colapso iminente de todo o sistema bancário ocidental, cuja estrutura toda é avisada pronta para implodir “em meses”. 
De acordo com este relatório, quando o presidente Putin, durante a última quinzena, advertiu os americanos de que BRICS estava pronto para desafiar o dólar americano como a moeda de reserva global, as demandas feitas aos Estados Unidos pela Rússia e pela China eram: 1.) Os americanos estabilizem imediatamente o colapso do dólar- e 2.) dos EUA.) Os americanos façam um esforço sustentado e concentrado para manter seu limite de dívida nacional abaixo de US $ 20 trilhões – e como relatamos anteriormente em nosso artigo de 13 de setembro “Rússia-China preparam-se para Golpe final”para a América à medida que os exércitos massivos  se concentram na Europa”.
O dólar norte-americano, este relatório explica, sustenta o “sistema petrodólar” que é mais importante para a dominação global americana do que as exportações de armas ou a cultura de Hollywood, porque permite que os EUA sejam o maior exportador do dólar americano no resto do mundo precisa poder comprar petróleo – mas a Venezuela (que tem as maiores reservas de petróleo do mundo) tornou-se a última nação a abandonar o uso.
O regulador global do “sistema petrodólar”, este relatório explica, é o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS), com sede na Suíça (chamado de “banco de bancos”) e que, em junho passado, emitiu um relatório chocante, afirmando isso para 70% dos US $ 700 bilhões nos fundos de reserva do dólar norte-americano de investidores da OPEP não poderiam ser contabilizados – com a descoberta de que um décimo do PIB mundial é mantido em paraísos fiscais offshore – e também ontem, descobrindo um impressionante $ 14 trilhões da dívida global do dólar norte-americano escondida em contratos de derivativos e swap – uma soma surpreendente que duplica os níveis subjacentes de crédito no dólar offshore no sistema internacional.
O ex-economista-chefe do BIS, William R. White, em seu comentário sobre essas chocantes descobertas na semana passada, continua o relatório, adverte que o “sistema petrodólar” tornou-se “perigosamente desestruturado” e que afirma ainda que a situação atual “parece muito semelhante ao de 2008 “, acrescentando que ele vê” mais perigos “hoje do que ele via em 2007 – e cujas advertências não podem ser ignoradas, pois ele foi um dos poucos que advertiu sobre o comportamento selvagem nos mercados de dívida antes da tempestade bancária global atingida em 2008 – e isso é conhecido agora como a Grande recessão.
Concordando com o BIS que o “sistema petrodólar” está próximo de um colapso total, observa este relatório, o gigante bancário francês Société Générale Group e que acabara de emitir um aviso afirmando que “a volatilidade perigosa está incitando flashbacks para o mercado global 2007-2008 de crise financeira “- e quem, como o economista-chefe do BIS, William R. White, alertou sobre o colapso bancário global de 2007-2008 meses antes de ocorrer – e que também tivemos, documentado em nosso artigo de 28 de junho de 2007 intitulado”Bancos dos EUA em  Colapso “Iminente” alerta o gigante bancário francês “.
Juntando-se ao BIS e ao Grupo Société Générale, este relatório continua, o gigante bancário global Goldman Sachs, com sede nos EUA, que também emitiu um aviso afirmando que os mercados financeiros norte-americanos também podem estar em colapso silencioso, mas todos avisos, como aconteceu em 2007 antes do grande colapso bancário, os meios de propaganda mainstream dos EUA não permitirão que o povo americano conheça sobre.
Em 2008, quando o “sistema petrodólar” explodiu no terremoto financeiro global agora chamado “As Três Semanas que Mudaram o Mundo”, este relatório explica ainda, a Reserva Federal dos EUA inundou o mundo com US Dollars para evitar que tudo se desabasse no globo – e cujo custo agora totaliza até US $ 4,5 trilhões, eles vão tentar lidar com na próxima semana – mas cuja primeira vítima é avisada será, provavelmente, o Euro que os especialistas agora estão avisando está pronto para quebrar também.
Para se proteger contra o colapso iminente devastador do “sistema petrodólar” e do sistema bancário ocidental, detalha este relatório, a Rússia e a China embarcaram em um plano para “desdolarizar” as pressas  a economia global e devolvê-la ao padrão-ouro e que ambas as nações são capazes de realizar com os seus produtores de ouro número um e número dois no mundo.
A Rússia, também, informa o relatório, deixou o sistema bancário global do Ocidente e vendeu todas as suas reservas em dólares norte-americanos, substituindo-os por ouro e, da mesma forma, iniciou na semana passada a substituição do Visa e MasterCard do Ocidente pelo MirCard russo .
Embora uma guerra comercial dos EUA com a China sobre a Coréia do Norte acabe com o monopólio americano sobre o sistema financeiro global, este relatório observa, os chineses, no entanto, ordenaram que não haja turbulência no mercado até o final do seu Congresso do Partido Comunista em 11 de outubro – mas cujos bancos são “extremamente vulneráveis” a qualquer choque americano devido a ter mais de US $ 40 trilhões em ativos de apenas US $ 2 trilhões em patrimônio.
Também deve ser notado, diz o relatório, que milhões de pessoas no Ocidente abandonem o dólar norte-americano pelo que chamam de “criptografia” (como Bitcoin), eles acreditam que os protegerão – e a presidente do Banco de Rússia, Elvira Nabiullina, alertando para os perigos de comparar o uso de “cryptocurrency” a uma pirâmide financeira e quem, ao proscrever o Themstated “Nós, de fato, não legalizamos pirâmides”.
Com o BIS e a China ecoando as preocupações da Rússia sobre “criptografia” não sendo mais do que um esquema de pirâmide financeira golpista , este relatório continua, alguns especialistas americanos também estão chegando à mesma conclusão e quem recentemente advertiram:
“A Microsoft, a Apple e o Google estão muito apertados com o governo dos EUA. É parte da razão pela qual a Rússia continua a reprimir o uso de seus softwares.
Putin sabe que é todo o spyware.
Em segundo lugar, se seus criptos são armazenados no seu navegador, eles podem ser roubados de você.
Esqueça pequenos ladrões. Estou pensando muito mais do que isso.
Você realmente acha que qualquer uma dessas empresas não cumpriria um decreto do IRS para aproveitar seus ativos diretamente do seu computador? “
Gostaríamos de encerrar este relatório hoje, apontando para você que, em 28 de junho de 2007, o advertimos em nosso artigo intitulado “US Banking Collapse”, o “Advirta” do “French Banking Giant” sobre o que ocorreria em breve – e isso foi seguido quase um mês depois, em 26 de julho de 2007, quando o mercado de ações dos EUA caiu 400 pontos, e que se recuperou em sua pré-recessão em 9 de outubro de 2007, fechando em 14.144,43 -, mas que 18 meses depois caiu mais de 50% para 6.594,44 em 5 de março de 2009.
Embora muito poucas tenham ouvido nosso aviso de 28 de junho de 2007, aqueles que pouparam os dólares americanos e compraram ouro – então, em 2007, vendendo por US $ 608.40, a onça – em 2009 valia 1212,50 dólares a onça – e hoje vale US $ 1314,80. uma onça.
Você nunca deve, ou claro, basear qualquer decisão financeira que você fizer no que dizemos – mas, novamente, por favor, em 28 de junho de 2007, advertimos que Bear Stearns iria entrar em colapso e causaria um colapso bancário global – mas isso quase um ano depois, em 11 de maio de 2008, um dos principais propagandistas financeiros da mídia dos EUA, chamado Jim Kramer, da CNBC, disse que isso era uma mentira completa.
Aqueles que ouviram os propagandistas de mídia convencionais dos EUA, no entanto, e como você sabe, perdeu tudo – enquanto aqueles que ouviram nosso aviso sobreviveram e até prosperaram – e quando dirigimos para aqueles de vocês hoje que “têm ouvidos para ouvir” e “Olhos para ver” fiquem atentos.

Ler na íntegra: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2017/09/o-pesadelo-do-colapso-continua.html

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Houve um momento em que o dólar americano foi apoiado pelo padrão-ouro em um quadro bem definido , os chamados  acordos de Bretton Woods , assinados em 1944. O dólar tinha um preço fixo em relação ao ouro a um preço de US $ 35 por onça, embora o dólar poderia gerar juros, marcando uma diferença significativa em relação ao ouro.O sistema chegou ao fim quando o presidente Richard Nixon  anunciou  que os Estados Unidos estavam abandonando o padrão-ouro em 1971. Em vez disso, os Estados Unidos tinham outros planos para o futuro dos mercados mundiais.

Conforme explicado pelo  Huffington Post , a administração Nixon  chegou a  um acordo com a Arábia Saudita:

A MAIOR PARTE DO ACORDO ERA QUE OS ESTADOS UNIDOS CONCORDARIAM EM FAZER VENDAS MILITARES E DE DEFESA PARA A ARÁBIA SAUDITA EM TROCA DO COMÉRCIO DE PETRÓLEO NO DÓLAR.

Este sistema tornou  se o sistema de reciclagem de petrodólares   porque países como a Arábia Saudita tiveram que investir seus lucros excedentes nos Estados Unidos. Não demorou muito para que  todos os membros da OPEP  começassem a comercializar o petróleo em dólares americanos.

Uma teoria econômica  pouco conhecida , rejeitada pelos  principais meios de comunicação, afirma que o poder de Washington nos mercados financeiros é, pelo menos, parcialmente explicado pelo fato de que todas as exportações de petróleo são realizadas por transações em dólares americanos. Essa relação entre o petróleo e a moeda é susceptível de dar ao dólar o seu valor porque este paradigma exige que todos os países exportadores e importadores mantenham um certo estoque de dólares dos EUA, o que aumenta o valor do dólar. Como  Foreign Policy , uma revista que  rejeita a teoria , explica:

“É RELATIVAMENTE IMPORTANTE QUE O COMÉRCIO SEJA PRINCIPALMENTE EM DÓLARES. ISSO SIGNIFICA QUE AQUELES QUE DESEJAM COMPRAR O PETRÓLEO DEVEM ADQUIRIR DÓLARES PARA FAZÊ-LO, AUMENTANDO A DEMANDA POR DÓLARES NOS MERCADOS FINANCEIROS GLOBAIS. “

O termo  “aqueles que querem comprar o petróleo”  engloba quase todos os países que não possuem suprimentos de petróleo – um número muito significativo de países. Uma infinita demanda de dólares significa um suprimento infinito, e os Estados Unidos podem imprimir tanto papel quanto necessário para levar em consideração suas ambições imperiais. Nenhum outro país do mundo pode fazer isso.

Em 2000, o Iraque  anunciou  que já não usaria dólares americanos para vender petróleo no mercado mundial. Em vez disso, ele decidiu adotar o euro, o que não era uma decisão fácil. No entanto, em fevereiro de 2003,  The Guardian  informou  que o Iraque obteve um  “benefício sólido”  depois de mudar sua política. Qualquer um que rejeite esta teoria dos petro-dólares deve ser capaz de responder a seguinte pergunta: se o dinheiro não é um fator importante nas aventuras imperialistas dos EUA, por que os Estados Unidos pretendem invadir (com base em mentiras  frias e duras ), exceto para ter prioridade  para retornar ao dólar para a venda de petróleo? Se eles estavam tão interessados ​​no Iraque e no seu povo, como deveríamos ter acreditado, por que eles não permitiram que o Iraque continuasse a obter um “benefício sólido”  do Iraque  ?

Na Líbia, Muammar Kadhafi foi punido por uma proposta similar que teria criado uma  moeda africana unificada  apoiada em ouro e teria sido usada para comprar e vender petróleo africano. Os e-mails vazados de Hillary Clinton  confirmaram  que esta foi a principal razão pela qual Gaddafi foi derrubado, embora os comentadores continuem ignorando e rejeitando essa teoria. Apesar dessas negativas, os e-mails vazados de Clinton deixaram claro que o plano de Gaddafi para o futuro das exportações de petróleo africano era uma prioridade para as coortes dos EUA e da OTAN, mais do que alegadas violações dos direitos humanos por Gaddafi. É a mesma Hillary Clinton que  se riu abertamente  no momento em que Gaddafi era sodomizado  e assassinado, sem arrependimento ter mergulhado  uma nação muito  rica e próspera em um caos completo.

No início deste mês, a Venezuela  anunciou   que em breve lançaria o dólar. Apenas uma semana depois, o  Wall Street Journal  informou  que a Venezuela deixou de aceitar dólares em pagamentos de petróleo em resposta às sanções dos EUA. A Venezuela fica nas  maiores reservas de petróleo do mundo . [Mas caro para extrair, as  areias betuminosas , NDT]  O  ameaças  unilateral intervenção militar de Donald Trump, combinado  admissão pela CIA que interfere neste país rico em petróleo, pode ter muito mais sentido neste contexto.

O Irã também está usando  moedas alternativas , como o yuan chinês, há algum tempo. Também compartilha um  lucrativo campo de gás  com o Catar e pode ser apenas  alguns dias de distância  do dólar . O Qatar já concluiu transações de bilhões de dólares em yuan. Mais recentemente, o Catar e o Irã  restabeleceram as relações diplomáticas completas, desprezando completamente os Estados Unidos e seus aliados. Portanto, não é surpreendente que os dois países tenham sido vilipendiados na cena internacional,  especialmente  sob a administração Trump .

O último golpe para o dólar dos EUA e sua hegemonia financeira global,  Times of Israel  informou  que uma empresa de investimento estatal chinesa forneceu uma linha de crédito de US $ 10 bilhões aos bancos iranianos, que usará especificamente o yuan e o euro para contornar as sanções lideradas pelos Estados Unidos.

Considere que, em agosto de 2015, o secretário de Estado, John Kerry, advertiu que, se os Estados Unidos se retirassem do acordo nuclear com o Irã e forçassem seus aliados a cumprir as sanções que levavam, seria um  ”  acelerador muito rápido (…) para que o dólar dos EUA deixasse de ser a moeda de reserva do mundo” .

O Irã, ligado à Síria por um  pacto de defesa mútua , teria  trabalhado  para estabelecer um gasoduto de gás natural que atravesse o Iraque e a Síria para exportar gás para os mercados europeus, cortando toda a grama sob os pés de Washington e seus aliados. Isto, é claro, em 2009, antes da guerra na Síria. Tal acordo de pipeline, agora com o contínuo apoio aéreo e a presença militar da Rússia, poderia levar ao surgimento de um novo mercado que poderia ser facilmente vinculado ao euro ou a qualquer outra moeda em vez de do dólar.

Segundo a  RT , o site do estado russo, o site do Kremlin anunciou na terça-feira que o presidente russo Vladimir Putin também  pediu  ao governo que aprove uma lei para abandonar o dólar norte-americano em todos os portos russos no próximo ano.

Além disso, a  Asia Times  explica que Putin  deixou cair  uma enorme  ”  bomba”  na recente cúpula BRICS em Xiamen no início de setembro, afirmando:

“A RÚSSIA COMPARTILHA AS PREOCUPAÇÕES DOS PAÍSES BRICS COM A DESIGUALDADE DA ARQUITETURA FINANCEIRA E ECONÔMICA GLOBAL, QUE IGNORA O PESO CRESCENTE DAS ECONOMIAS EMERGENTES. ESTAMOS PRONTOS PARA TRABALHAR COM NOSSOS PARCEIROS PARA PROMOVER REFORMAS NA REGULAMENTAÇÃO FINANCEIRA INTERNACIONAL E SUPERAR O DOMÍNIO EXCESSIVO DA QUANTIDADE LIMITADA DE MOEDAS DE RESERVA. “

De acordo com o autor da  Asia Times , a declaração foi uma mensagem codificada sobre como os países BRICS procurarão ignorar o dólar dos EUA, bem como o dólar do petróleo.

A China também está a bordo desta proposta. Em breve, a China lançará um contrato de futuros de  petróleo bruto  valorizado em yuan chinês que será totalmente conversível em ouro. Como a  Nikkei Asian Review disse , os analistas chamaram de  “nova regra de ouro” para a indústria do petróleo.

Rússia e China já compraram enormes quantidades de ouro  há algum tempo. As reservas de ouro atuais da Rússia forneceriam 27% de sua  pequena oferta monetária em rublos , muito além de qualquer outro país importante. A Reserva Federal dos EUA admitiu  há anos que  não tinha ouro há muito tempo.

A China também está implementando um  projeto monumental , conhecido como Silk RoadProject  , que é um grande impulso para criar uma rota comercial permanente que liga China, África e Europa. É preciso perguntar o controle dessas transações para os Estados Unidos.

Estes são apenas alguns dos últimos desenvolvimentos que afetaram o dólar.

Os que continuam a rejeitar esta teoria associada ao dólar do petróleo respondem com confiança às seguintes questões?

  • É uma coincidência que todos os países listados acima que estão se afastando do dólar são opositores de longa data dos Estados Unidos, incluindo aqueles que foram invadidos?

  • É uma coincidência que a Arábia Saudita receba um cheque em branco para se envolver em uma série de ações criminais  , desde que atenda à ordem financeira global?

  • As preocupações da Arábia Saudita com o Qatar estão realmente enraizadas no suposto financiamento de grupos terroristas no Catar, mesmo que a Arábia Saudita lidere o mundo no  financiamento  dos piores grupos terroristas?

Obviamente, há algo mais sinistro que está sendo jogado aqui, e se ele está ou não ligado a uma guerra cambial travada por psicopatas, continua a ser visto. A evidência continua a mostrar, no entanto, que as posições em dólar dos EUA são lentamente destruídas por peça e onça por onça – e quando os países adversos tornam esses desenvolvimentos em uníssono, parece haver pouco Estados Unidos pode fazer sem risco em uma  guerra mundial .

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*Amor e Sacrifício. Um Documental Sobre as Mulheres Insurgentes do Curdistão

Entrevista a  Alba Sotorra, una documentalista catalana que estuvo conviviendo con las guerrilleras kurdas que vencieron a Estado Islámico en Kobane, Siria.

“Para mí, el amor verdadero es servir a mi gente”, dice Aryan. “El amor más grande es el sacrificio”. Protagonista de “Amor y Sacrificio”, el título provisional del nuevo documental de Alba Sotorra, Aryan es una guerrillera kurda, comandante de las Unidades Femeninas de Protección, que combatió al Estado Islámico durante la batalla de Kobane (Siria).

La realizadora catalana, que pasó meses conviviendo con Aryan y el resto de las guerrilleras kurdas en Kobane, está ultimando los detalles de una película en la que retrata, en primera persona, cómo es ser mujer estando en primera línea del frente. “Amor y Sacrificio” es, además, un fresco sobre cómo una soldado convaleciente lucha por volver a levantarse.

Nos acercamos al estudio de la directora para hablar con ella sobre “Amor y Sacrificio”, sobre su experiencia en Siria, y sobre el trato superficial que las Unidades Femeninas de Protección reciben por parte de los medios occidentales.

-Llegas a Kobane por primera vez en 2015, ¿cierto? ¿Qué contexto político y bélico se está dando en la ciudad por aquel entonces?

-Era la época que Estado Islámico estaba avanzando en Siria, y lo estaba haciendo muy rápido, porque en muchos de los pueblos no encontraba resistencia alguna. Pero, cuando llegaron a la zona norte, dónde están los kurdos, éstos les estuvieron plantando cara durante muchos, muchos meses; son un pueblo muy guerrero y orgulloso. La presión mediática hizo que la Coalición Internacional interviniera, apoyando a los kurdos mediante incursiones aéreas, y haciendo que ISIS saliese de la ciudad. Pero, tras esa salida, la ciudad se mantuvo cercada por los terroristas. Cuando llego yo, Kobane justo acababa de caer.

-¿Cuántas personas erais en el equipo de rodaje?

-Fui sola; no habría podido entrar si hubiera ido con cámara y sonidista. Lo que hice fue ponerles micros inalámbricos a ellas, y encargarme yo de llevar la cámara.

-¿Cómo consigues entrar en Siria?

-Es muy complicado; toda una aventura. Has de entrar de noche, para empezar. Yo tenía contactos kurdos, gente de confianza, para ayudarme a cruzar la frontera. Sabía que, si quería entrar, tenía que hacerlo de forma ilegal, pero no conocía todo lo que implicaba entrar en Siria en esas condiciones. Cuando me planté en la frontera, venía de rodar en Cambridge, cargada con una maleta rosa gigante. En cuanto me vieron llegar con la maleta a cuestas, se pusieron a discutir entre ellos. “¿Hay algún problema con mi maleta?”, les pregunté. Me dijeron que era demasiado grande. “Hay que cruzar la frontera a pie”. Yo me esperaba un todoterreno o algo así. “Bueno, ¿y cuánto tenemos que caminar?”. Me dicen que no hay que caminar: hay que correr, y hacerlo durante horas.

-¿Cuál fue tu reacción?

-Abrí la maleta, saqué la cámara, metí algunas bragas en la funda del trípode, y dejé el resto allí. Pero cuando empecé a revolverlo todo, con aquellos tres tíos mirando, y empecé a sacar que si vestidos, que si unos zapatos de tacón… Me morí de vergüenza, la verdad. Entonces no sabía que cuando llegabas allí te dejaban ropa, como tampoco sabía que para cruzar la frontera tendría que hacerlo a pie y campo a través; de noche.

-¿Con qué te encuentras al llegar a Kobane?

-Llego de noche y era la oscuridad total: no hay electricidad desde la incursión de Estado Islámico. A la mañana siguiente, cuando desperté, el impacto fue bestial: me encontré con una ciudad completamente destrozada. Con el asedio de ISIS, tampoco podían entrar comida, ya no hablemos de maquinaria de limpieza. En esa primera incursión solo fui a documentarme; estuve más viviendo la ciudad que grabando.

-¿Hay alguna diferencia sustancial en Kobane entre este primer contacto y los siguientes?

-La segunda vez que vuelvo estoy en el frente, durante la operación militar que pretendía poner fin al asedio cada vez mayor de ISIS a Kobane. Estuve dos meses, los mismos que tardaron en vencer a Estado Islámico; yo pensé que la película terminaba ahí: tras la gran fiesta que organizan al liberar la ciudad. Sin embargo, cuando revisé el material ya de vuelta en casa, me di cuenta que había muchos agujeros en la historia. Tenía que volver una tercera vez a Siria.

-¿Cambió mucho la película en esa tercera incursión?

-La cambió por completo. Me avisaron de que Aryan, la guerrillera en la que había centrado el documental, estaba muy mal: la habían herido en el frente. Averigüé en qué hospital estaba, fui a visitarla, y esta vez me quedé durante un año allí, grabando su recuperación. Eso me hizo conocer la guerra a un nivel mucho más profundo: si no hubiera vuelto, solo habría documentado la acción, la victoria y la gloria, obviando esta otra parte, que es la realmente jodida.

-¿Crees que desde Occidente hemos mitificado demasiado la lucha de las Unidades Femeninas de Protección?

-Con respecto a las guerrilleras kurdas, lo que desde luego hay es una imagen muy superficial de su figura. Es normal: la primera vez que las ves, te quedas fascinado. Parecen invencibles y, además, su lucha tiene un sesgo ideológico tan grande que tendemos a imaginárnoslas pensando y actuando a todas por igual; en bloque. Para poder llegar a sus contradicciones y a sus matices, has de pasar mucho tiempo con ellas. Aryan, que es una mujer de convicciones intocables, hay un momento durante su recuperación donde empieza a dudar y a cuestionárselo todo, y eso es lo que para mí la hace más fuerte todavía. La hace humana; si no, no te la crees.

-¿Cómo te recibieron Aryan y el resto de guerrilleras kurdas cuando entraste en contacto con ellas por primera vez?

-Fue muy fácil, porque tienen una tendencia a la solidaridad para con el resto de mujeres. Ten en cuenta, además, que la mayoría de periodistas que entran a Siria son hombres, por lo que cuando, de repente, llega una mujer, ellas la reciben con los brazos abiertos. Para las guerrilleras kurdas, cualquier mujer feminista en cualquier lugar del mundo es una aliada y una compañera.

-¿Cómo se instala el feminismo en el seno de la Unidad de Protección Popular?

-Es curioso, pero el teórico del que las guerrilleras han adoptado el discurso es un hombre: Abdullah Öcalan. Es uno de los líderes intelectuales del PKK, una organización estrictamente comunista. Las mujeres siempre habían sido muy fuertes dentro del movimiento, pero en los noventa empezaron a quejarse de que dentro del PKK se repetían los mismos vicios machistas de los que pecaba la sociedad kurda. Defendían sus posiciones desde el feminismo, mientras que sus compañeros varones decían que no era una reivindicación válida, puesto que con la organización comunista del PKK todos sus miembros, mujeres y hombres, eran iguales.

-La lucha de clase que niega la de género, ¿no?

-Eso mismo. Lo que hizo Öcalan, influenciado por las mujeres del PKK, fue escribir “El Confederalismo Democrático”, un ideario que se sostenía, por orden, en el feminismo, la democracia asamblearia y el ecologismo –un punto, este último, en el que les queda mucho trabajo por delante. El intelectual señaló el patriarcado como el germen de todas las injusticias del mundo y, con sus escritos, Öcalan convirtió a las mujeres kurdas en las protagonistas de la lucha por la libertad.

-¿Por qué crees que el discurso de Öcalan ha calado tanto entre las chicas kurdas?

-Por supervivencia: antes de que ellas lo prohibieran, las estaban casando con 15 y 16 años, en matrimonios arreglados previamente; lo único que les ofrece la sociedad es casarse y parir. Por eso son implacables con cuestiones feministas, y es lo que más les está costando: además de esquivar las balas de ISIS, las bombas de Bashar al-asad y los turcos; además de soportar a la oposición política, también tienen que encargarse de fiscalizar al patriarcado en su propia sociedad, creando una tensión muy fuerte en la misma.

-Eso les creará rencillas con las divisiones masculinas del ejército kurdo, ¿no?

-Es jodido, sí. Los soldados hombres te decían que luchar contra el ISIS era lo de menos, porque no les suponía ningún conflicto en su propio seno.

-Habiendo estado en el frente, ¿qué nos puedes decir sobre las filas de Estado Islámico?

-Los he desmitificado mucho. Sé que hay gente muy preparada y muy mezquina entre sus soldados, pero la mayoría son chavales que no han cogido un arma en su vida. No tienen ni idea de luchar: cuando hay combate, caen como moscas. A veces, las guerrilleras kurdas, que tenían mayor experiencia militar que los terroristas, conseguían capturar a alguno vivo. Cuando les veías las caras, pensabas: “¿De verdad tú eres del ISIS?”. Estado Islámico ha hecho un muy buen trabajo de propaganda, pero el monstruo que venden no existe: son chavales jóvenes asustados.

-Las guerrilleras hacían prisioneros, por lo que comentas.

-Sí. Y a muchos de ellos, si no tenían las manos manchadas de sangre, les dejaban volver a casa con sus padres. Están haciendo un trabajo súper fuerte de reconciliación con las aldeas árabes de la zona: con la guerra, la tensión entre estas poblaciones y las poblaciones kurdas ha aumentado, por lo que con gestos como el de devolver prisioneros están intentando que las dos partes se perdonen y puedan volver a ser vecinos cordiales.

-Hay vídeos de guerrilleras kurdas siendo decapitadas. ¿Por qué crees que, aun así y en un contexto bélico, optan por perdonar antes que por vengarse?

-Por mucho que tengas claro que ellos son el enemigo, o que sepas lo que hacen cuando entran a un pueblo no es musulmán, a veces les ves tan frágiles que da mucha pena matarles. Y les suponemos gran fortaleza a las guerrilleras, pero muchas de ellas acaban destrozadas emocionalmente; no todas las heridas se ven. Mientras estás peleando, con la adrenalina a tope, el grupo te hace muy fuerte; pero, cuando eso pasa, imagínate.

-¿Te empapaste de esa adrenalina?

-¿Hasta que no acabaron con Estado Islámico? Estaba en un globo. Ni dejan de pasar cosas, ni te da tiempo a pensar: llegas allí, te dan el uniforme y pasas a formar parte del grupo; ya no tienes que pensar qué te vas a poner, ni qué vas a comer, ni dónde vas a ir, ni qué vas a hacer. Te mueves tal y como se mueve el grupo: comes del mismo plato, bebes del mismo vaso y duermes en la misma alfombra que duermen ellas. Y es muy liberador: es como tomarte un descanso de ti misma. Es muy raro: su situación es más jodida que la nuestra, pero, por jodida que sea, al vivirla de forma colectiva, todo parece más sencillo de lo que es.

-A nivel de medios, ¿cuán abastecidas están las guerrilleras?

-Es todo muy precario; no creo ni que tuvieran esposas para los prisioneros. Lo único que te tranquiliza es que en el otro bando, en el de Estado Islámico, tienen medios tan o más pobres. Los coches que se usan allí están tan destartalados que te sientes dentro de Mad Max.

-¿Cómo te comunicabas con ellas? ¿Hablaba inglés o español alguna?

-Ninguna de ellas. La mayoría del tiempo es como si estuviese sorda. Había un chico en el campamento de hombres que sí sabía inglés, y me hizo de intérprete en situaciones muy específicas; pero fueron pocas veces. Yo creo que, si las hubiese entendido, hubiera pasado mucho más miedo del que pasé. En un momento de la película, por ejemplo, las estoy siguiendo mientras corren en dirección contraria a la de sus compañeros hombres. Una vez me pongo a traducir eso, ya en casa, me entero de que los tíos les estaban diciendo: “No entréis, están viniendo demasiados; tenemos que salir de aquí”. Ellas les contestan que ni de coña, siguen avanzando, y plantan cara a la ofensiva, solas.

-¿Tienen algún superior hombre las guerrilleras?

-No. Creen que hasta que los hombres no “curen” su patriarcado interior, siempre existe la posibilidad de que ejerzan violencia contra ellas. No hay ningún hombre en su campamento.

-¿Es cierto que son célibes?

-Sí, pero tanto ellas como ellos. La sexualidad, si entras a combatir en la Unidad de Protección Popular, renuncias a la sexualidad, al amor íntimo, a tener hijos y a todos sus derivados. Son casi como samuráis. Es algo cercano a lo místico.

-La cámara de tus películas es siempre muy invasiva, ¿lo es también en este nuevo trabajo? ¿Cómo consigues que la gente a la que grabas se muestre de forma tan íntima?

-Llega un punto en el que me fundo con el entorno. Aquí fue incluso más fácil, porque iba vestida como ellas; dormía con ellas; me duchaba con ellas. Estás tan dentro que al final te vuelves invisible. Mi cámara, en cierto punto, acabó siendo tan parte de mí como sus kalashnikovs son partes de ellas: dejó de ser un objeto extraño, como las armas dejaron de ser objetos extraños para mí. Pasó a formar parte del paisaje.

-¿Te pusieron alguna barrera? ¿Alguna cosa que no quisieran que grabases?

-Detenciones puntuales, alguna reunión estratégica… Sobre todo, son muy pulcras con el tema del cuerpo: para ellas, enseñar el antebrazo es ir demasiado lejos. Si de repente estaba con la cámara y salía alguna de ellas del baño, se ponía a gritar.

-Y ¿a nivel humano? Supongo que la recuperación de Aryan no fue fácil de rodar.

-No lo fue, pero sobre todo por mí, que tenía muchas reticencias a mostrarla tan frágil en la película. Cuando fui a visitarla por primera vez al hospital, que me la encontré retorciéndose de dolor, se levantó enseguida para hacerme creer que estaba bien; como demostración de fuerza. Meses atrás, me sentía muy mal por querer mostrar esa otra cara de ella, la débil; pero poco a poco, en un proceso de diálogo muy largo con mi montador, llegué a la conclusión de que Aryan ganaba en fortaleza si la mostrabas como realmente era. Hiperprotegerla y enseñar solo lo que ella hubiera querido proyectar de sí misma hubiese sido un error.

-¿Dirías que este rodaje te ha cambiado en algún sentido?

-Como feminista o post-feminista europea, me ha permitido hacer lazos y entender otros feminismos. Hacer lazos con mujeres a las que, por ejemplo, les cuesta entender conceptos como el de la libertad sexual o la homosexualidad. Que esto ocurra genera mucha incomprensión en Europa, y hace que las guerrilleras hayan sido muy criticadas por parte del feminismo blanco.

-¿Querrías añadir algo más, en este sentido?

-Sobre esta mala prensa, añadiría que nace de entrevistas que le han hecho a nivel particular a alguna de las chicas, en las que decían que era sucio ser lesbiana o ser gay; esto en ningún caso es algo que represente a las Unidades Femeninas de Protección o al ideario que defiende. Las guerrilleras son muy jóvenes; vienen de pueblos en las que les han dicho que su única misión en la vida era casarse, parir y obedecer a sus maridos. Despojarse de todo eso supone un viaje emocional tan grande que debemos tener un poco de paciencia para dejar que recorran el resto de caminos, con los tiempos que necesiten. Hemos de relajar nuestras críticas, porque son tías que merecen todo nuestro apoyo.

Para ver el adelanto del documental: http://www.playgroundmag.net/cultura/guerrileras-kurdas-cualquier-feminista-aliada_0_2046395373.html

FUENTE: Víctor Parkas/ http://www.playgroundmag.net

Ler na íntegra: Amor y Sacrificio

*Colapso Econômico em 2018: Por Quê o Dólar Americano Será Papel Higiênico Global ?

Extraído de: Dinâmica Global

Este será o primeiro evento que vai tocar cada pessoa viva no mundo. Toda a atividade humana é controlada por dinheiro. Nossa riqueza, nosso trabalho, nossa comida, nosso governo, mesmo nossos relacionamentos são afetados pelo dinheiro”.

“Nenhum dinheiro na história humana teve tanto alcance tanto em amplitude como em profundidade como o dólar. É de fato a moeda do mundo. Todos os outros colapsos monetários são insignificantes em comparação com este grande problema. Todas as outras crises cambiais têm sido regionais e havia outras moedas para as pessoas se agarrarem.”

“O colapso do dólar será o grande evento na história humana!”


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“Este colapso será global e vai derrubar não só o dólar, mas todas as outras moedas fiduciárias, visto que elas não são fundamentalmente diferentes. O colapso das moedas vai levar ao colapso de todos os ativos de papel. As repercussões para isso terão resultados incríveis em todo o mundo.”

“O que torna essa história ainda mais irritante, é que não era necessário. Isso não tem que acontecer.”

Uma moeda que é criada e controlada por um governo. Em outras palavras, ela existe pelo governo “fiat”. Usando o dólar como um exemplo, o Federal Reserve dos EUA cria novos dólares simplesmente ao imprimi-los ou injetando “reservas” eletrônicas no sistema bancário. A oferta de dólares depende, assim, das decisões de nossos oficiais eleitos e seus administradores nomeados como os governadores do Fed.

Um exemplo de uma moeda não-fiat seriam as moedas de ouro e de prata que eram usadas para circular em grande parte do mundo. Havia apenas muito de cada metal, e o fornecimento só aumentou quando alguns mineiros empreendedores descobriram e escavaram mais. Os governos foram incapazes de criar esse tipo de dinheiro do nada.

Como o dólar, o euro de hoje, o iene japonês e a libra britânica são todas moedas fiat. E – aqui está o ponto – a cada moeda fiduciária crucial que existiu antes do lote atual acabou por ser destruída por seu governo.

O que acontece quando o dólar cai?

Muitas coisas, a maioria delas má. Quando os investidores estrangeiros e os bancos centrais pararem de exigir dólares, os preços dos títulos dos EUA vão cair, que é outra maneira de dizer que as taxas de juros dos EUA vão subir. As taxas de hipoteca e de cartão de crédito vão subir, enviando a economia EUA de volta à recessão. O governo dos EUA irá responder abrindo as comportas monetárias, a impressão de muitos dólares de papel conforme necessário para conversar a economia do colapso. Este aumento na oferta irá enviar o valor do dólar até o chão. Os preços para a maioria das coisas vai disparar, e as economias de vida das pessoas, que são em dinheiro, certificados de depósito bancários ou títulos denominados em dólar, serão eliminadas. Muitas empresas financeiras e de manufatura dos EUA vão ser arruinadas, juntamente com os seus acionistas.

Você seria capaz de sustentar seus entes queridos, quando o mundo desabar? Neste vídeo, descobri um segredo há muito esquecido que ajudou nossos ancestrais a sobreviver às fomes, guerras, crises econômicas, doenças, secas, e tudo mais que a vida lançou sobre eles… um segredo que irá ajudá-lo a fazer o mesmo para seus entes queridos, quando a América se desintegrar no chão.


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Então, a doença dólar vai ser global. A única razão pela qual o Japão ou a Europa têm sido capazes de gerar as suas atuais taxas ínfimas de crescimento é a disposição dos consumidores norte-americanos de comprar seus Hondas e BMWs. Conforme os mergulhos do dólar, bens asiáticos e europeus, com preços em moedas de repente, apreciando, vão tornar-se proibitivamente caros para os consumidores norte-americanos, que devem responder por comprar alternativamente produtos de fabricação nos EUA ou absolutamente nada. Ao interpretar corretamente esta mudança nos padrões de compra como uma ameaça aos seus setores vitais de exportação, os líderes europeus e asiáticos vão responder com a única arma que lhes resta: a inflação monetária. Eles vão cortar as taxas de juros e comprar dólares com suas moedas, inundando o mundo com euros e ienes da forma como os EUA agora inundam o mundo com dólares. O resultado dessas “desvalorizações competitivas” será uma espiral de morte para todas as principais moedas fiat, onde as obrigações europeias e japonesas irão, finalmente, tarifar tão mal quanto seus primos americanos.

Nenhum dinheiro na história humana teve tanto alcance tanto em amplitude como em profundidade como o dólar. É de fato a moeda do mundo. Todos os outros colapsos monetários são insignificantes em comparação com este grande problema. Todas as outras crises cambiais têm sido regionais e havia outras moedas para as pessoas se agarrarem.

O mundo está caminhando para a ruína financeira, o colapso econômico – Harry Dent. Alex Jones fala com o especilaista econômico Harry Dent sobre por que ele acha que o colapso está vindo em 2016.

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* Governo Espanhol: E os Milhares de Desaparecidos ?

Amnistía Internacional lanza una campaña de presión para recordar que las desapariciones siguen vigentes.

Este miércoles fue el Día Internacional de las Víctimas de Desapariciones Forzadas. Un día dedicado a los centenares de miles de personas desaparecidas y que, un año más, vuelve a dejar en evidencia al Gobierno español.

El Ejecutivo de Mariano Rajoy ha suspendido por incomparecencia la asignatura demandada desde diferentes organismos internacionales y desde el Alto Comisionado para los Derechos Humanos de la ONU: resolver las miles desapariciones que hacen de España uno de los países con más desaparecidos del mundo.

Según la Asociacion para la Recuperacion de la Memoria Historica, son como mínimo 114.226 personas desaparecidas las que se encuentran dentro de fosas comunes a lo largo y ancho del territorio español. Un número solamente superado por Camboya.

Con ese motivo, Amnistía Internacional ha lanzado la campañaNada es igual si alguien desapareceUna acción digital que recuerda a las personas desaparecidas durante la Guerra Civil y el franquismo y a sus familias y pide al Gobierno que realice las investigaciones necesarias para aclarar el paradero de estas personas.

“Queremos recordarle al Ministro de Justicia, Rafael Catalá, cómo los casos de desaparición forzada durante la Guerra Civil y el franquismo siguen estando vigentes en la actualidad”, recuerda la ONG en un comunicado.

Amnistía Internacional señala que en España se sigue privando del derecho a la verdad, la justicia y la reparación a las víctimas de crímenes cometidos durante la Guerra Civil y el franquismo. De los más de 114.000 crímenes de derecho internacional denunciados ante la Justicia, la mayoría corresponden a desapariciones forzadas.

En los últimos años, al menos cinco mecanismos de Naciones Unidas han constatado y expresado que España ni investiga ni deja investigar los crímenes cometidos en ese periodo.

El mayor ejemplo de ello, entre otros muchos, es la actitud del Gobierno con la querella argentina contra el franquismo. España ha rechazado extraditar a los procesados a Argentina, ha negado información a la justicia de ese país y ha impedido que la jueza argentina María Servini interrogue a los 19 acusados, así como la toma de declaración de algunas víctimas y testigos.

Ler na íntegra: E os Milhares de Desaparecidos ?