*Justiça Neonazista da Ucrânia Condena Ex-presidente derrubado pelo imperialismo

Ucrania

Do: Causa Operária

A Justiça da Ucrânia, sob o controle de golpistas neonazistas financiados pelo imperialismo norte-americano, decidiu nesta quinta-feira condenar a uma pena de 15 anos de prisão o ex-presidente Viktor Yanukovich, exilado na vizinha Rússia, por alta traição e outras acusações.

Dentro do “julgamento” realizado na capital Kiev, os promotores pediram a pena por alta traição e cumplicidade do acusado na agressão militar contra a Ucrânia e no “atentado” contra sua “integridade territorial”.

Durante o julgamento controlado pelos extremistas de direita o juiz acusou diversas vezes os advogados de Yanukovich de “atrapalhar” continuamente o julgamento do líder deposto em fevereiro de 2014.

O que devemos frisar aqui é que a Ucrânia passou por um golpe com participação de neonazistas, que mataram anarquistas, perseguiram comunistas, e agora, dentro da justiça, controlam a corte com seus capachos pagos pelo imperialismo.

Neste caso, o magistrado que leva um processo fraudulento de perseguição fascista contra o ex-presidente, ordenou que outros advogados assumissem o caso, que é um circo. Um advogado do Estado, que deveria se encarregar da “defesa” de Yanukovich, é claro, rejeitou imediatamente seus serviços pois os indicados fazem parte dessa composição golpista que domina o Estado ucraniano.

Leia na íntegra: Justiça neonazista da Ucrânia condena ex-presidente derrubado pelo imperialismo

*Navios Roubam Água dos Rios da Amazônia

Do: Ambiente Brasil

A hidro pirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil.

Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidro pirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso. 

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Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais.

Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou.

O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa.

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A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União.

Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando.

Navios-tanque roubam água de rios da Amazônia

Foto: Navios-tanque roubam água de rios da Amazônia

Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. 

Águas amazônicas 

Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região.

A hidro pirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área. 

Vídeo: Rio Amazônas, navio pirata roubando nossa água

Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus.

As águas salinizadas estão presentes no subsolo de vários países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, Kuwait e Israel. Eles praticamente só dispõem desta fonte para seus abastecimentos. O Brasil importa desta região cerca de 5% de todo o petróleo que será convertido para gasolina e outros derivados considerados de densidade leve. Esse procedimento de retirada do sal é feito por osmose reversa, algo extremamente caro. 

Na dessalinização é gasto US$ 1,50 por metro cúbico e US$ 0,80 com o mesmo volume de água doce tratada.

Navios estrangeiros estão roubando água dos rios da Amazônia

Foto: Navios estrangeiros estão roubando água dos rios da Amazônia

Hidro ou biopirataria?

O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta.

O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais.

Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini.

A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou.

Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidro pirataria” seria relativamente pequeno. Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou. 

Segundo o pesquisador do INPE, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos. Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou.

foto acima um dos navios da empresa transporta pelo oceano um gigantesco “bag” de água doce

 Foto: Um dos navios da empresa que transporta pelo oceano um gigantesco “bag” de água doce

Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível. 

A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes.

Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva. 

Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos. O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais.

Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local. Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte.

As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa. Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos.

 

Erik von Farfan – Jornalista Fonte: Eco 21 Ano XIV – nº 93 – Agosto – 2004 www.eco21.com.br

*Os EUA Enviam sua Terceira Grande Tentativa Desestabilizadora Contra Evo Morales

Por: Hugo Moldiz Mercado

As eleições de 2019 são o pretexto. Os Estados Unidos, através de diferentes meios de comunicação e atores, estão ativando seu terceiro grande plano para desestabilizar o governo de Evo Morales , bloquear o projeto de continuidade político-eleitoral do líder indígena e interromper o processo de mudança.

No entanto, longe de representar força, essas ações externas contra o processo de mudança na Bolívia destacam a profunda fraqueza da oposição interna, que visa ganhar de fora do país o que ainda não foi capaz de vencer internamente.

plano intervencionista dos Estados Unidos foi cantado. Não há razão para que o imperialismo norte-americano não ative planos e medidas para se intrometer nos assuntos internos da Bolívia, da mesma forma como fez contra todos os governos progressistas e de esquerda da América Latina.

Com alguns, com os mais fracos no começo, como os casos de Honduras e Paraguai, ele realizou golpes de um novo tipo, para então aplicar a fórmula contra os mais fortes: o Brasil, onde houve um golpe em duas vezes . O primeiro, o golpe parlamentar contra Dilma Rousseff, e o segundo, judicial, contra Ignacio Lula. Contra outros, cuja característica comum é realizar mudanças mais profundas através da Assembléia Constituinte, como os casos da Venezuela, Bolívia e Equador, fracassaram em sua tentativa de derrubá-los através da violência, embora no caso do O último país, sem Rafael Correa, conseguiu com sucesso ativar uma revolução passiva com Lenin Moreno como presidente.

Na verdade, como é bem responsável por apontar os Consenso Américas , adotada pela Assembléia XXIII do Foro de São Paulo , que foi realizado em Manágua em 2017 e ratificada na Assembleia XXIV do mesmo fórum em Havana em julho este ano, a esquerda só foi derrotada pela rota eleitoral na Argentina. No restante, como indicado acima, o fez por métodos antidemocráticos, como ainda está sendo tentada contra a Venezuela.

Contra-revolucionária e restaurador contra-ofensiva começou na administração Obama e continua, forma mais perversa, com o governo de Donald Trump, que busca para impedir que os EUA para parar de ser a hegemonia mundial e, obviamente, perder o controle da América Latina. De fato, para ser mais preciso, busca restabelecer sua dominação e hegemonia naquela parte do planeta que desde a Doutrina Monroe considera seu “quintal” . O fato de que países como a Bolívia, Cuba, Venezuela e outros têm sido os principais formadores de novos critérios de integração latino-americana e da unidade através da ALBA, UNASUL e CELAC é algo que o Estados Unidos não estava disposto a tolerar.

Este projeto de restauração conservadora encontra resistência ativa, em maior ou menor grau, nos processos revolucionários de Cuba – que Evo Morales descreveu em Havana como mãe de todas as revoluções -, Venezuela e Bolívia, mas também de El Salvador. . A esta lista devemos acrescentar o México, que será governado por Manuel López Obrador, que conquistou uma vitória histórica no início de julho.

Bolívia não é a exceção

Bem, a Bolívia não é a exceção. De razões ideológicas a fatores geopolíticos, os Estados Unidos precisam acabar com os governos dos países onde as revoluções estão ocorrendo sob as condições do século XXI. Dos governos progressistas, quase todos estavam no comando, apenas o Uruguai e El Salvador permanecem. E a Bolívia , reiteramos, não é a exceção.

Contra o processo de mudança boliviana, liderado pelo líder indígena Evo Morales, todas as ações de desestabilização oligárquica e imperial foram desenvolvidas desde o início. Sem medo de errar, podemos observar três grandes tentativas de interromper o processo político mais profundo da história deste país, localizado no coração da América do Sul.

A primeira tentativa de derrubar Morales ocorreu no início do período 2006-2009. Preocupado com um governo que a entrada nacionalizou o petróleo recuperado recursos naturais e empresas para o estado, convocou uma Assembléia Constituinte começou a exercer a soberania do Estado em todos os campos, aposta no caráter multilateral das relações internacionais e promoveu, em conjunto para outros países da região, mecanismos inovadores de integração e coordenação política (Alba e Unasul), os Estados Unidos mantiveram sua linha conspiratória. Para isso, ele usou a DEA, que foi dedicado à espionagem política pela CIA e a capacidade instalada de sua embaixada em La Paz, para organizar e promover planos de divisão territorial, que era a maneira concreta em que se pretendia derrubar para o governo da esquerda.

A tentativa de golpe foi derrotada pela capacidade de mobilização do governo e dos movimentos sociais e não pelas ações institucionais da Polícia e das Forças Armadas. O efeito dessa derrota seria difícil para os Estados Unidos: o embaixador Philip Golberg foi expulso e também o DEA. Meses mais tarde, já enfraquecido, o boliviano extrema-direita teria de sofrer uma nova derrota desmantelado uma célula terrorista, com membros estrangeiros, que procurou devolver a bandeira doente do separatismo e até mesmo assassinar o presidente Evo Morales.

A segunda tentativa foi realizada entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016. Contra o projeto do governo através de referendo para alterar o artigo 168 da Constituição do Estado, para permitir que o binomial Evo Morales-Garcia Linera Alvaro, para as eleições de 2019, uma conspiração político-midiática ativada pelos Estados Unidos através de Carlos Valverde – ex-diretor nacional de inteligência do governo de Paz Zamora (1989-1993) e uma fonte permanente de consulta para os EUA, como confirmado pelo WikiLeaks-, conseguiu romper o vínculo emocional de uma porcentagem da população que até então sempre votou em Morales (2005, 2009 e 2014). O presidente da Bolívia denunciou o dia ea hora do Encarregado de Negócios Peter Brennan, e Valverde se reuniram em Santa Cruz para refinar o plano questionou a autoridade moral da maior condutor da revolução boliviana. Vários erros cometidos no esforço para esclarecer a queixa – que acabou se revelando falsa – contribuíram para a confusão e facilitaram o revés eleitoral para o partido no poder.

Continue lendo: Os EUA enviam sua terceira grande tentativa desestabilizadora contra Evo

Leia também: Argentina, O poder usa a justiça para perseguir os oponentes

 

PODEM CHAMAR DO QUE QUISEREM; PLANO ATLANTA, CONDOR 2, PACTO ANTICOMINTERN, CONTRA INSURGÊNCIA, ETC, É TUDO MOVIDO PELA GANANCIA IMPERIALISTA DO TIO SAM.